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Resenha: "Você é a ordem", D'Aumon

 Olá, pessoal, como estão? Na resenha de hoje, venho comentar sobre minha experiência de leitura com "Você é a ordem", conto escrito pelo Hugo Dalmon e publicado em 2020.


 "Desde a segunda década dos anos 2000, um movimento peculiar tomou a internet, redes sociais de opinião se tornaram lugares para um julgamento sem ciência"

 A história se passa na década de 2030. Para diminuir a pilha de casos parados na justiça, ao invés de um longo processo e do julgamento, pessoas que cometeram crimes participariam de um reality show chamado "Você é a ordem". Nesse reality, através da votação na rede social Noise, o público decidiria quem poderia ficar em liberdade e quem iria direto para a prisão, sem direito a advogado nem nada.

 "A grande sacada da tríplice aliança foi transformar a Justiça em Entretenimento!"

 Aos 30 anos, Carmen era uma ilustradora e influenciadora digital, que sempre comentava o "Você é a ordem" e tinha muitos seguidores no Noise. Mas Carmen cometeu um crime: embriagada, ela roubou uma garrafa de bebida, e teria que participar do programa.

 Carmen acreditava que, ao fim dos 7 dias de confinamento com os outros 2 participantes no quarto do "Você é a ordem", ela seria libertada pelo público e retomaria sua vida, afinal, seu delito foi pequeno comparado com o dos concorrentes. Mas, nesse reality show, o que importava era como o público via cada participante.

 Ao final da semana, Carmen teria sua liberdade de volta?

 "No sétimo dia, o público decidia quem iria para a cadeia e quem merecia a liberdade. Bem assim, sem liberdade condicional, sem serviço comunitário, sem advogados criminalistas, sem juízes, sem sabedoria, sem humanidade..."

 Essa é a quinta história que leio do autor e, mais uma vez, ele me surpreendeu positivamente. Em poucas páginas, somos apresentados a essa nova realidade, onde a pessoa não é punida de acordo com o tamanho do seu erro, mas sim pela impressão que os telespectadores tem dela dentro do confinamento, impressão que pode ser influenciada pelos demais usuários do Noise.

 A última edição do Big Brother Brasil acabou recentemente, e mesmo quem não assistiu, certamente viu comentários sobre ele nas redes sociais, então sabemos do alcance de um programa do tipo. Mas, se no BBB, os participantes eliminados (mesmo os com altos índices de rejeição), podem continuar suas vidas com certa normalidade após o confinamento, no "VEO", vocês não tem a dimensão do que significa perder!

 Só adianto que eu terminei a leitura muito chocada com essa realidade onde a justiça virou entretenimento, onde seu destino pode ser definido pelas redes sociais. Se bem que, em certo nível, quantas vidas já são julgadas e determinadas pelas redes sociais atualmente?

 Gostei muito e recomendo. Venham conhecer a história da Carmen, o conto está disponível em e-book no Kindle Unlimited na Amazon.



 Me contem: o que acharam da premissa? Já conheciam o autor?

Até o próximo post!

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Resenha: livro "Amigos para sempre?", Aretha V. Guedes, Dan Folter, Aya Mishy e Sabinah Santos

 Olá, pessoal! Tudo bem? Na resenha de hoje, venho comentar sobre minha experiência de leitura com "Amigos para sempre?", livro publicado em 2019 pela Ler Editorial e que reúne quatro histórias sobre amizades, vencedoras de um concurso promovido pela editora e a plataforma LuvBook.

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Resenha: "Escrito em algum lugar", Vitor Martins

 Olá pessoal, tudo bem? Na resenha de hoje, venho comentar sobre minha experiência de leitura com "Escrito em algum lugar", conto escrito pelo Vitor Martins e publicado em 2019 em e-book na Amazon.
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 A história é narrada pelo Antônio. A Triple J, boyband favorita dele, se separou há alguns anos, mas está de volta numa turnê. E o Antônio vai passar a noite numa fila para comprar o ingresso para o show da banda em São Paulo.

 "Eu devo isso para o Antônio de seis anos atrás que nunca imaginaria que um retorno do TJ poderia ser real."

 A questão é que o Antônio tem 26 anos e é bem mais velho que o público que está na fila, em sua maioria formada por garotas adolescentes.

 "Me posiciono no fim da fila, sem a menor ideia de como serão as próximas horas. É a primeira vez que eu faço uma loucura dessas."

 Mas a noite que poderia ser terrível e cansativa, com direito a equipe de TV ridicularizando quem estava na fila, se torna muito melhor e mais tolerável pelo fato de, na frente do Antônio, estar Gustavo.

Conheça "Enquanto o dia não amanhece", meu conto na Amazon

 Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje, eu venho trazer uma novidade: acabei de lançar um conto na Amazon! "Enquanto o dia não amanhece" é uma história de cerca de duas mil palavras, que retrata de forma lúdica o plano de uma garota para se ver livre de um monstro.

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 A narradora e protagonista é a Amanda, uma menina de nove anos, que vai armar todo um plano para impedir que um monstro, que sempre aparece durante a noite, entre na casa dela. Mas não é só isso, depois que amanhecer, Amanda espera conseguir fugir com Lili, sua irmãzinha recém nascida, para um local seguro.

 Será que Amanda vai conseguir? Onde estão os pais das duas meninas? Que monstro é esse? As respostas para essas perguntas vocês só vão encontrar se lerem "Enquanto o dia não amanhece". O que posso adiantar é que temos a história de uma menina muito corajosa e esperta, e um monstro que, bem, só lendo para vocês entenderem.

 Não é um conto muito pesado, mas fica a sugestão de leitura para quem estava procurando uma história para ler no Halloween ou uma leitura rápida e com algumas surpresas.

 "Enquanto O Dia Não Amanhece" pode ser baixado na Amazon por apenas R$1,99, mas também está disponível para os assinantes do para os assinantes do Kindle Unlimited.⁣ Link para baixar o conto: https://amzn.to/35WcQXq .

Conheça o livro "Às margens do Rio das Velhas", do autor Wagno Rosa

 Olá pessoal, tudo bem? Hoje quero apresentar para vocês um livro muito especial: "Às margens do Rio das Velhas", obra escrita pelo autor Wagno Rosa e publicada em junho pela Chiado Editora.


 Misturando lembranças do autor com ficção, o livro traz as memórias da infância e os costumes de uma cidadezinha mineira que certamente trarão nostalgia e encanto aos leitores.

Resenha: livro "Pó de parede", Carol Bensimon

 Olá pessoal, tudo bem? Na resenha de hoje, venho comentar sobre minha experiência de leitura com "Pó de parede", livro escrito pela Carol Bensimon e publicado pela Não Editora em 2017.

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 "(...) pensou como seria bom se ainda houvesse dancinhas, se ainda houvesse dancinhas possíveis, e que vida difícil era essa que nos fazia entender as coisas só quando saíamos do lugar. Mas parecia tão tarde. E caminhou devagar. O vento soprava mais forte. Ouvia o ranger dos balanços. E para que os balanços soltos no vento da madrugada não a assombrassem, seria preciso enroscar as suas correntes. Seria preciso imobilizá-los e esperar pela paz das não-lembranças." (página 58)

 O livro é composto por três histórias independentes, ligadas apenas pela presença de construções. A primeira se chama "A Caixa", e nos apresenta Alice, uma garota que morava com os pais numa casa que foi o grande projeto de um arquiteto e que, por isso, era muito diferente de todas as casas do bairro, inclusive era apelidada de Caixa e alvo da curiosidade dos vizinhos.

 Alice acabava sendo vítima de bullying por parte dos colegas por morar numa casa tão excêntrica, mas tinha em Tomás um amigo, e também havia Laura, aparentemente uma garota perfeita, mas que escondia um espírito transgressor e rebelde.

 A história vai e volta no tempo, alternando entre os anos noventa e dois mil, o que nos permite ver como esse trio de personagens e a amizade deles foi crescendo ao longo dos anos. A história mostra o conflito de gerações, onde os pais de Alice foram influenciados pelo movimento hippie, enquanto a garota admirava a "normalidade" da vida da família de Laura. E mostra também que, algumas vezes, um ato excêntrico pode ser uma grande prova de amizade, como o que estava por trás da construção da Casa Caixa.

 "Para tudo, minha mãe tinha uma dancinha. No meio da sala inesperadamente começava a balançar os quadris sempre com os cotovelos dobrados e as mãos tensionadas, como se lutasse um tipo de boxe para senhoras. Seus olhos ficavam fechados o tempo todo. Minha mãe estava dançando numa porção de fotos nos álbuns, as que tinham as cores já meio azuladas dos anos setenta, e com alguma frequência aparecia querendo levar alguém junto para a sua dança. Ela dançou enquanto eu ensaiava All My Loving na flauta doce para uma apresentação do colégio. Dançou quando ganhamos um sofá numa promoção, que depois pareceu inadequado demais para ficar entre nós e que então acabou no apartamento do tio Vítor. Dançou e me puxou para a dança quando eu tirei o Nirvana do som e coloquei um dos seus Van Morrison, confessando que não era de todo mau um pouco de folk vez ou outra." (página 17)

 "Meu pai sentou no sofá com a manta de lhamas bordadas. Minha mãe estava de pé, dançou. E se olhavam. Enquanto se olhavam, era como se um monte de fiozinhos invisíveis os ligassem em suas situações secretas compartilhadas, e eu de fora. Mas dessa vez quase não durou. Parecia que tinham se surpreendido numa situação embaraçosa, do tipo quando nos vemos numa velha filmagem e ficamos envergonhados pelo nosso comportamento de anos atrás. Minha mãe estava morrendo de medo que logo se sentisse ridícula demais para fazer esse tipo de demonstração, então cada dança era como se fosse sua última faísca de vida, antes de ter que se balançar em segredo entre seu quarto e o banheiro, ou na frente do congelador.
 Eles estavam ficando velhos, meu pai e minha mãe, e suas ideias também. (...) Envelhecer era o tipo de coisa dura para pessoas como eles.
 Agora já era noventa e um, gente com camisa de flanela andando de cabeça baixa. Logo eu teria as minhas também. A minha cabeça pelo menos já olhava para o chão, mas na minha casa era sempre sessenta." (páginas 18 e 19)

 O segundo conto é "Falta Céu", ambientado numa cidade pequena e pacata, onde o início de construções na beira do rio se tornaria uma novidade e motivo de curiosidade para João, Lina e Titi. A história reflete bem o que é viver num lugar pequeno e como a curiosidade adolescente enxerga as situações ao redor.

 "Capitão Capivara" fecha o livro, é narrado em primeira pessoa por dois personagens: uma jovem que vai trabalhar num hotel e precisa se fantasiar para entreter as crianças, e um escritor que está hospedado lá para escrever seu próximo livro, embora não esteja muito empolgado com isso (talvez por ter sido deixado pela mulher recentemente). Temos dois personagens que definitivamente não estão em seus melhores momentos.

 "Bem. Trate de falar coisas positivas sobre esse hotel hein. Faça um belo de um contraste entre o luxo do hotel e os pensamentos bárbaros do seu assassino. E, Carlo, você ainda vai fazer o cara matar o casal com veneno?
 A princípio sim.
 Certo. Pergunte então a algum médico que tipo de veneno você pode usar.
 E a partir daí foi uma sucessão de tragédias. Primeiro desliguei bastante irritado com essa última colocação e fui até um cavalete com a programação do evento, por puro masoquismo. Na abertura, falaria um médico muito famoso. Ironicamente, era um sujeito que tinha publicado três livros pela minha editora. E eles venderam mais que os meus, porque qualquer coisa que venha com regras de funcionamento para a felicidade vende como água hoje em dia. São livros de bolso que dizem o que fazer para que as pessoas vivam mais, porque as pessoas sempre querem viver mais, mesmo que se queixem o tempo todo quando estão vivas." (página 115)

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 "Pó de parede" foi um livro que comecei a ler sem saber o que esperar (comprei porque tinha um vale numa loja e sabia que a autora foi indicada a prêmios). Logo no início da leitura, fui cativada pela escrita da Carol, por seus personagens, ambientações e histórias. Como vocês podem ver nas citações que coloquei na resenha, a escrita da autora é muito agradável, proporcionando uma leitura fluida. Os personagens que ela cria tem características que poderíamos encontrar em nós mesmos ou em pessoas que conhecemos ao longo da vida. Os lugares descritos são muito fáceis de imaginar, assim como as situações vividas pelos protagonistas (quem nunca passou por uma situação constrangedora no trabalho, ficou curioso com uma novidade por perto, teve um crush na adolescência ou se surpreendeu com um amigo e com os pais?).

 Sobre a edição: acho bonita a capa desse livro, que tem páginas amareladas, boa revisão e diagramação com bom tamanho de letras, margens e espaçamento.

 Falei mais sobre a primeira história, talvez por ela ser a maior e onde os personagens apresentam mais nuances, mas gostei muito de todos os três contos, ainda que o primeiro tenha me marcado mais. "Pó de parede" foi uma leitura rápida, cativante e muito agradável. Eu recomendo para todo mundo, especialmente para quem procura bons livros nacionais.

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 Detalhes: 128 páginas, ISBN-13: 9788561249052, Skoob. Curiosidade: alguns músicos e bandas são citadas na obra, dois mencionados em "A Caixa" seria ótimas trilhas sonoras para a leitura, "Moonlight Sonata" e Van Morrison. E sim, o livro termina daquele jeito mesmo! Clique para comprar na Amazon (e-book disponível no Kindle Unlimited):

 Por hoje é só, espero que tenham gostado do post. Me contem: já conheciam o livro ou a autora? Qual das três histórias lhe chamou mais a atenção?

Até o próximo post!

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Resenha: livro "Pets Companhia"

 Olá pessoal, tudo bem? Na resenha de hoje venho falar sobre minha experiência de leitura com o livro "Pets Companhia", uma antologia de contos, crônicas e poesias, organizada pelo Antônio Guedes Alcoforado e publicada pelo selo Antologias Brasileiras da Editora Illuminare em 2016.

Resenha: livro "Pets Companhia"

 O livro é compostos por 22 textos, contos em sua maioria, com animais de estimação como tema, escritos por autores brasileiros e portugueses. Vou mencionar apenas alguns textos e não todos para o post não ficar muito longo.

 "Átila" do Adnelson Campos é narrado por um cão relembrando seu passado, sobre como ele não era mais querido pela família humana, é um texto que retrata com detalhes a impulsividade animal. Em "Cão? Não quero", do Antônio Guedes Alcoforado, um médico tenta convencer uma senhora a ter um animalzinho de estimação que pudesse lhe fazer companhia para pequenas caminhadas, mas o negócio dela é outro tipo de bicho... "Cão de guarda quer miminhos" do Carlos Arinto é protagonizado por Luís Gonzaga, que teve a casa praticamente invadida por um cachorro, e acabou se apegando a ele, passando, sem perceber, a ser um dono dedicado e orgulhoso do seu amigo de quatro patas.

 "Sente-se feliz. Um cão e depois uma mulher são prendas que o destino lhe oferece, já não era sem tempo, que a vida tem sido de sofrimento e de muitas necessidades.
 Se a mulher não gostar... nem tinha pensado nisso. Bom, se não gostar pode ir pelo mesmo caminho de onde veio. O cão fica." (página 18)

 "Latidos e miados" do Carlos Asa tem um personagem solitário que adota um cachorro encontrado na rua e o animal faz uma bagunça enorme na casa, deixando o personagem muito bravo, mas logo esse cachorro fica doente e falece, deixando seu dono muito triste, até que ele reencontra a alegria de viver através de um gatinho. Outro personagem que fica furioso com um cão resgatado é o narrador de "Veludo, meu amigo", conto do Júlio Gomes, onde os pelos do canino Veludo espalhados pela casa toda, levam seu dono quase ao extremo, mas isso logo vai se resolver com uma atitude heroica de Veludo.

 "O sentido da vida" do Mário Resmin Júnior foi o conto que mais me marcou, ao trazer a história de Chopper, um cachorrinho muito especial, que demonstrava seu cuidado e carinho através de seus gestos, um verdadeiro amigo.

 "Entre soluços eu tento encontrar uma frase que possa ser dita, mas naquele momento, vendo minha filha de doze anos segurando o choro, percebi que os cães são anjos, que entram em nossas vidas para mostrar que mesmo em um mundo onde tudo é tão corrido e acelerado, que mesmo tão desvirtuado, ainda existe, neste mundo, espaço para um amor incondicional." (página 61)

 Destaco ainda: "Amor apesar de tudo" do João Marcos Borges, que traz um triângulo amoroso entre gatos; "A princesa Kelly e o terrível e falante Richard Parker" do Luiggi Steffan com o caso de um gato que fala; e "A vida de Cyssa" da Madalena Cordeiro, que mostra como determinadas pessoas relutam em adotar um animalzinho fêmea por pensar na possibilidade de filhotes no futuro, ser do sexo feminino não é fácil nem no reino animal!

 A maioria dos contos é sobre cães e gatos, mas também há sobre tartaruga e peixes, alguns são narrados por humanos e outros pelos próprios animais. As histórias retratam bem o que é conviver com um bichinho de estimação, como eles podem ser bagunceiros e encantadores ao mesmo tempo, como podem ser ótimas companhias, grandes amigos que chegam de mansinho e mudam a nossa vida, trazendo alegria e amor, e deixando uma saudade imensa e muita tristeza quando chegam ao doloroso fim de sua existência. O lado mais triste dessa relação entre humanos e animais também é mostrado, com a incompreensão por parte do homem, a falta de respeito ao animal, as crueldades e o abandono.

 Esse retrato da realidade foi um ponto positivo para mim, por outro lado, foi uma leitura que eu demorei muito mais do que o esperado para finalizar. O livro tem apenas 72 páginas, mas a leitura não rendia, sabe aquela sensação de que o livro não acaba nunca? Foi o que senti. Talvez se tivesse lido um texto por dia, não tivesse ficado cansada. E eu esperava também que houvesse uma maior diversidade de espécies, além dos cães e gatos; a capa traz pássaros, roedores, e eu desejava encontrar contos que fugissem do habitual, o que não aconteceu.


 Acho a capa simples e bonita, retratando vários animais. As páginas são amareladas, tem um detalhe no início de cada conto (foto acima), diagramação com letras não muito grandes, mas bom tamanho de margens e espaçamento. Só a revisão deveria estar melhor, pois encontrei alguns contos com vários erros.

 As edições da Illuminare são limitadas, então talvez não seja fácil encontrar o livro para comprar, mas fica a sugestão de leitura para quem procura contos sobre animais. Vocês gostam de histórias com essa temática? Têm algum bichinho de estimação?

 Detalhes: 72 páginas, Skoob.

 "Pets Companhia" foi minha décima primeira leitura do desafio de ler 30 livros em janeiro (no Instagram você pode descobrir quantos eu li), confira os demais posts do desafio:

Até o próximo post!

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Resenha: livro "Um cheiro de amor", Maria Christina Lins do Rego Veras

 Olá pessoal, tudo bem? Na resenha de hoje, venho comentar sobre minha experiência de leitura com o livro "Um cheiro de amor", escrito pela Maria Christina Lins do Rego Veras e publicado em 2017 pelo selo José Olympio do Grupo Editorial Record.

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 A obra é composta por 17 contos, e um deles intitula o livro. Não falarei sobre cada conto detalhadamente por serem muitos, mas basicamente temos: uma mulher aguardando o elevador e pensando se mudaria algo em sua vida; uma família cujo pai está envolvido em escândalos e que se refugia em Paraty onde tem um vizinho misterioso; uma jovem dividida entre seus sentimentos por seus três amigos; um relacionamento entre uma moça branca rica e um rapaz negro e pobre; uma governanta trabalhando com um músico nada simpático (talvez ela esperasse que acontecesse um romance como nos livros e nos filmes); uma esposa entediada com a vida em torno do marido e que acaba tendo um caso; um rapaz que muda seu jeito de ser para se encaixar no trabalho; uma amiga invejosa surtada; um conto com referências ao poema clássico do modernismo Cobra Norato, entre outros.

 Nas citações abaixo, vocês podem ver um trecho de "A fila", que retrata a história de uma mulher como tantas outras, cansada da rotina exaustiva do trabalho, do marido e do filho, deprimida, chegou no seu limite, tanto que comprou veneno no mercado. O segundo trecho é de "Barcelona", onde uma viajem à cidade espanhola traz uma motivação para que o protagonista passe a ter um rumo na vida, e isso muda também a vida de duas pessoas que conviviam com ele.

 "Maria vai passando pelas prateleiras do mercado, tudo caríssimo, se dá conta de que não tem dinheiro para pagar as compras. Bem na sua frente, na sessão de limpeza, o pacote de raticida granulado lhe chama atenção. Desesperada, não vê outra solução: estava ali a resposta para o seu sofrimento. Pegou o veneno, colocou na cesta. Foi para a primeira caixa que encontrou e pagou as compras com o pouco dinheiro que lhe restava.
 Maria teve sorte." (página 79, só lendo para vocês descobrirem que "sorte" foi essa, mas dá pra ver como a vida sempre pode reservar uma surpresa, mesmo que não seja agradável)

 "Estranho, como a vida deles mudara depois que chegara de Barcelona. Nunca havia parado para pensar nessa coincidência. Teria sido Miriam que influenciara? Agora estava realizado, mas só. Marion tornara-se uma artista famosa e até o infeliz do mau-caráter do Ângelo encontrara um encosto seguro.
 Teriam sido os fluidos de Miriam?
 E a felicidade?
 Eles não a encontraram." (página 96)

 Um ponto positivo do livro é o fato de os contos possuírem histórias que poderiam ser reais, que poderiam mesmo ter acontecido com algum conhecido nosso. O ponto negativo, para mim, foi que nenhum dos contos me marcou ou impactou; não senti aquela identificação com os personagens ou uma curiosidade sobre o que aconteceria no enredo, e alguns desfechos não me agradaram, mas vale lembrar que cada leitor pode ter uma sensação diferente sobre a leitura.

 "O desejo das crateras negras em destruir suas estrelas estava presente no homem que acabara de se fazer, mas também não lhe daria trégua enquanto não parasse de destruí-la." (página 106, trecho do conto "A ideia do Astro maior", sobre a criação da Terra e dos homens que estão destruindo o próprio planeta, estamos vendo essa triste destruição atualmente)

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 A edição tem uma capa que lembra a natureza que serve de cenário para um dos contos, boa revisão, páginas amareladas e diagramação com letras, margens e espaçamento de bom tamanho.

 Detalhes: 112 páginas, ISBN-13: 9788503013383, Skoob, leia um trecho. Curiosidade: a autora é filha do escritor José Lins do Rego. Clique para comprar na Amazon:


 Fica a dica para quem procura um livro curto de contos sobre situações do cotidiano. Alguém aí já conhecia "Um cheiro de amor" ou a Maria Christina Lins do Rego Veras?

♥ "Um cheiro de amor" foi o 9° livro lido no meu desafio de ler 30 livros em janeiro, confira todos os posts do desafio (no Instagram vocês podem descobrir quantos já li até hoje):

Até o próximo post!

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Resenha: livro "Por trás das grades - contos de prisão"

 Olá pessoal, tudo bem? Na resenha de hoje venho comentar sobre minha experiência de leitura com a antologia "Por trás das grades - contos de prisão", organizada pela Rô Mierling e publicada pelo selo Antologias Brasileiras da Editora Illuminare em 2016. Foi o 3° livro que li no meu desafio de ler 30 livros em janeiro.

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 A antologia é composta por oito contos que envolvem a temática do encarceramento. O 1° é "Grades" do Carlos Asa; traz um presidiário que é chantageado pelos colegas de cela, mas eles se esquecem que se ele está ali, algum motivo teve!

 "As grades. Apesar de intransponíveis, elas não são o obstáculo maior para se alcançar a liberdade. Eu passei a maior parte da minha vida do outro lado e nem por isso me sentia livre; as tribulações, os contra-tempos, as mesmices cotidianas e as tentações... Estas sim são as verdadeiras correntes que nos prendem, destroem nossas aspirações, podam nossas assas, corrompem nossas almas." (página 7)

 "O sucesso da vingança" da Carol Dantas é protagonizado por um policial, preso por uma trama de vingança que pode dar um nó na nossa cabeça. "Bibi: amor entre grades" do Demóstenes Pontes é o maior conto do livro, tem a narração feita por um advogado, usando uma linguagem mais formal para relatar seu envolvimento com Bibi, onde sua profissão seria útil, acredito que poderia ter mais um ou dois parágrafos para dar outro desfecho à história.

 "Prisioneiro Cinco" do Edson Guimarães Duarte foi meu conto favorito, pois me surpreendeu ao revelar "o quê" de fato era o prisioneiro número cinco, encarcerado numa prisão onde havia pena de morte; acreditem, é um conto fofo no final das contas! "Cela 9" do Fernando Nunes traz um preso muito introvertido, que parecia só se importar com um rato do qual cuidava, mas dizem que quem procura, acha!

 "Sob o céu quente de junho" do Leonardo Messias é protagonizado por um jovem que sai da cadeia e é recebido com festa pela família, ainda que para ele seja difícil imaginar o futuro. "Vivendo no Vale da Sombra da Morte" do Marcio Muniz traz um homem preso por assassinato (embora ele não se lembre de ter cometido o crime) que cumpre pena no Carandiru, vocês sabem do massacre que ocorreu lá em 1992, né?!

 "Já vi de tudo aqui dentro, sou um sobrevivente. Já sou parte do sistema, ainda que uma parte invisível diante da sociedade, uma sujeira varrida para debaixo do tapete. Estou longe de ser aquele novato que deu entrada no pavilhão 9 naquela manhã, caminho na corda bamba pois aqui é o verdadeiro "vale das sombras da morte". Meus sonhos e esperanças, se é que um dia tive algum, morreram há tempos quando dei entrada neste lugar. Culpado ou inocente já tanto faz, aqui, em um mês ou menos já se cumpriu a pena por qualquer delito cometido. Alguns rezam para ir logo par o inferno já que não podem sair daqui tão cedo, mal sabem que já estão inseridos nele." (página 57)

 "Tempo esgotado...Vamos?" do Roberto Mello fecha a antologia, com um relato cheio de gírias e sentido figurado sobre a realidade na prisão.

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"Reformemos as nossas escolas, e não teremos que reformar grande coisa nas nossas prisões." John Ruskin
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 A edição traz uma capa que combina com a ideia da privação da liberdade. As páginas são amareladas, só encontrei alguns erros de revisão no primeiro conto, a diagramação tem letras, margens e espaçamento de bom tamanho, além de detalhes no início de cada conto e algumas citações de outros autores renomados relacionadas ao tema na orelha.

 "Por trás das grades" foi uma leitura rápida como eu esperava, já que tem apenas 66 páginas. Me surpreendi positivamente com a escrita ótima de todos os autores e as histórias interessantes que eles contaram. A antologia nos permite refletir sobre como o encarceramento pode deixar marcas em uma pessoa, sobre como  é a vida na prisão e sobre a liberdade.

 Por ser uma edição limitada, talvez seja bem difícil encontrar o livro para comprar, mas é uma leitura que recomendo que façam se surgir uma oportunidade. E por hoje é só, espero que tenham gostado do post. Me contem: já leram essa antologia ou algum outro livro que fale sobre a prisão?

♥ Posts sobre o #30livrosemjaneiro

Até o próximo post!

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Resenha: livro "Rir é o melhor remédio"

 Olá pessoal, tudo bem? Na resenha de hoje venho comentar sobre minha experiência de leitura com "Rir é o melhor remédio", uma antologia de contos de humor organizada pela Rô Mierling e publicada em 2016 pela Editora Illuminare. Foi o 2° livro que li no meu projeto de ler 30 livros em janeiro (se quiser conferir o post sobre o projeto, clique aqui).

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 A antologia reúne 13 contos, alguns com apenas 2 páginas e outros maiores, mas todos com menos de 10 páginas.

 O 1° é "Ornitorrinco-Stress na Austrália", do Airton Parra Sobreira, e traz um personagem que queria se consultar com um médico por causa de um problema no nariz, mas a confusão com o nome do especialista iria fazê-lo parar até na Austrália, e seu nariz nunca mais seria o mesmo. Confesso que fiquei curiosa para ver como esse nariz ficou.

 "Deus, o Diabo e Eustáquio" do Bruno Inácio, ainda que traga figuras religiosas, é um pouco mais "real" que o anterior e traz elementos que encontramos no cenário atual. A história é sobre uma aposta onde Deus tentaria converter um ateu, e nos mostra que nem sempre é preciso ser religioso para fazer o bem ao próximo como prega o Cristianismo.

 "E o Diabo saiu sem prestar atenção nas últimas palavras ditas por Deus. Estava ocupado escalando as próximas peças de sua obra prima maligna: a utilização de religiosos para espalhar o ódio e a intolerância." (página 14)

 "Coisa de Pobre" do Carlo Alberto Betinho é um conto alto astral sobre churrasco. "As figuras e o bafafá no Disse me disse" do Gabriel Antonio Ogaya Joerke mostra um grupo que se reúne num bar e tem um ar mais saudosista. "Jerico e suas ideias" do Gustavo Cruz é um "causo" de compadres sobre uma máquina do tempo e um homem que estava sempre atrasado, até que o desfecho é engraçado.

 "O grito do Zé Tonhão" do Lucas Nangi traz um fotógrafo muito sem noção que vai "causar" num casamento, e também é engraçadinho no estilo "rir para não chorar". "Caso Grave" do Luiz Alberto Fiuza é sobre um homem que vai ao médico por não conseguir evacuar. "O caso suspeito" do Marcello La Greca Marroquim é outro onde um erro de interpretação vai mobilizar até a polícia e causar confusão. "Diagnóstico de Gentileza" da Maria das Graças de Oliveira Castro nos apresenta uma mulher com quem todos se tornam gentis de repente, por causa de um equívoco.

 "Os pés de Elias" do Rodrigo Ferreira Peixoto traz pés falantes que atormentam o seu dono. "Sobre meninos e lobos" da Roselaine Hahn é uma espécie de recontagem de uma cena entre o Jacob e a Bella de Crepúsculo, o diálogo é bem hilário.

 " - Vou embora pro Brasil - diz Jacob afundando os olhos no piso.
 Duas listras horizontais brotaram na testa dela; suspirou profundamente, fechou os olhos castanhos chocolate ao leite de um jeito tão lesmento, que dava tempo para cozinhar um miojo.
 - Não se preocupe, não irei atrás de vocês, vou trabalhar na continuação do um filme 'Sobre meninos e lobos' - disse Jacob.
 - Nossa, que fantástico.
 Isabella Swan bem que tenta, do fundo da sua alma, expressar alegria, mas a partida dele e a interpretação contida permitiu apenas um sorriso lacônico.
 - É com o Sean Penn?
 - Não, é com um tal de Tony Ramos, ele vai ser o lobo." (página 53)

 "A fina arte de ser homem" do Maurílio Ribeiro da Silva é sobre um homem que sempre cortava o cabelo em barbearias, mas teve que ir num salão de beleza que ele considerava muito feminino e ficou cheio de "neuroses" sobre isso. E o último conto do livro é "Um japonês caiu de paraquedas na minha casa" da Vanda Goes, e apesar de alguns erros, foi um conto divertido ao retratar uma esposa incomodada com o amigo do marido que foi fazer uma visita e não queria mais ir embora.

  "Rir é o melhor remédio" é uma leitura rápida pelo pequeno número de páginas, traz contos que fazem uso da ironia, de situações comuns ou absurdas, mas menos da metade das histórias me fez de fato rir. Escrever humor não é algo que eu considere fácil, pois o que funciona com alguns pode não funcionar com outros leitores, assim como nem todos os contos funcionaram comigo.

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 A capa traz a combinação do branco, preto e vermelho, as páginas são amareladas, a diagramação tem letras, margens e espaçamento de bom tamanho e alguns contos tem mais erros de revisão do que outros que não os apresentam.

 Detalhes: 64 páginas, ISBN-13: 8699382113433, Skoob. A antologia teve uma tiragem limitada, então talvez só seja possível adquiri-la com algum autor.

 E por hoje é só! Alguém aí já leu essa antologia? Também concordam que escrever humor é difícil?

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Até o próximo post!

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Comentários sobre "Dry Spell", conto da Vi Keeland disponibilizado gratuitamente pela Editora Charme

 Olá pessoal, tudo bem? Hoje não teríamos post, mas resolvi abrir uma exceção. Ontem estava olhando os preços dos livros da Vi Keeland e pensando no quanto queria ler algum livro da autora para conhecer sua escrita após ter visto várias resenhas positivas sobre seus romances. Aí vi que a autora e a Editora Charme resolveram publicar um conto gratuito para os leitores brasileiros. O título é "Dry Spell", e a história foi adaptada para filme no PassionFlix (uma espécie de Netflix voltada para adaptações de livros de romances para séries ou filmes).

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 "Dry Spell" em tradução livre quer dizer "Período de seca", e a narradora, a advogada Ava, estava passando por um período longo de seca no quesito relacionamento amoroso. Ava cansou de esperar que Evan, um promotor que conheceu no trabalho e com quem estava saindo há algumas semanas, desse o próximo passo e levasse o relacionamento dos dois para o nível físico da coisa, nem os barulhos sugestivos vindos do apartamento vizinho davam motivação para o rapaz!

 Então, Ava resolveu fazer uma surpresa aparecendo no apartamento dele com um look irresistível. No começo do conto, vemos a protagonista bem confiante nessa decisão, e pelo que já tinha lido sobre as outras histórias da autora, onde sempre rola uma cena inusitada com o casal, eu já comecei a desconfiar de que o plano da Ava não ia dar certo. Sem querer dar spoiler, só digo que realmente as coisas não aconteceram como ela esperava... E a Ava acabou conhecendo o Smith, o dono do apartamento ao lado e descobrindo a origem dos barulhos que ela ouvia quando estava na casa do Evan.

 O restante da história vocês só vão descobrir lendo o conto, e eu já adianto que nem tudo é o que parece; "Dry Spell" nos mostra como podemos julgar erroneamente algumas situações e pessoas. Acho que esse foi justamente o motivo de eu ter resolvido fazer esse post aqui no blog, pule para o PRÓXIMO PARÁGRAFO para evitar um possível spoiler, me deu vontade de conversar com alguém sobre a forma como a Ava interpretou as atitudes do Evan: seria ele um babaca traidor ou um cara que só queria uma boa conversa sobre trabalho e ela é que entendeu errado? Quem já tiver lido o conto, deixa aí nos comentários a opinião sobre esse ponto.

 É um conto bem curtinho, que pode ser lido em minutos, mas com uma história com começo, meio e fim, que deve ter ficado bem legal na adaptação. A escrita da autora é realmente fluida, bem-humorada e gostosa de se ler. Há o aviso de que o conto não é recomendado para menores pelo teor sexual, mas não é nada muito explícito ou vulgar.

 Sobre a edição: a capa não me pareceu muito atrativa, mas o rapaz não está sem camisa por um motivo aleatório, é relacionado à história; e tem alguns detalhes no e-book, como o elevador, que tem a ver com a trama. Não encontrei erros de revisão.

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 Fica meu agradecimento à Charme e à Vi Keeland por nos presentear com a história. Para quem quiser baixar também, o link é: https://loja.editoracharme.com.br/pagina/dry-spell-vi-keeland.html?fbclid=IwAR0DDd4W_UIeEhgDNdiP_KzO09tqniUI6qbeUtZQq02ru6XfhUnapwZkT7g (vi algumas pessoas comentando na fan page da editora que não estavam conseguindo abrir o arquivo, mas eu baixei no computador e abriu normalmente no programa Kindle, para quem quiser ler no dispositivo Kindle, é só baixar no formato MOBI e transferir pelo e-mail, clique aqui para conferir a explicação no site da Amazon).

 Para quem gostar do conto e quiser ler outras histórias da autora, a boa notícia é que os livro da Vi Keeland publicados pela Editora Charme estão disponíveis no Kindle Unlimited (por R$19,900 por mês, você pode ler quantos e-books do catálogo conseguir), clique para conferir: Vi Keeland no Kindle Unlimited.

 E por hoje é só, me contem: já leram algum livro da autora? Já sabiam da existência da PassionFlix?

Até o próximo post!

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