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Livros novos na estante

 Olá, pessoal, como estão? Hoje, venho mostrar alguns livros novos que vieram para a minha estante recentemente. Apertem o play para conferir no vídeo ou continuem lendo:

 "Quase rivais" da J. Sterling, recebido da parceira Faro Editorial. Amo releituras de clássicos e estou bem curiosa para ver como a autora trabalhou o enredo nas pouco mais de 150 páginas do livro (parece ser uma leitura rápida).

 Sinopse: James é louco por sua vizinha Julia... Julia brilha e se arrepia cada vez que esbarra com James... a combinação seria perfeita se suas famílias não fossem rivais há gerações. E, como se não bastasse, os dois são concorrentes no trabalho. Mas, mesmo com tudo jogando contra, quanto mais tentam resistir, mais forte fica o desejo. James e Julia entendem que precisam se manter afastados. O problema é: como? J. Sterling, autora conhecida por seus romances incríveis, recria em Quase Rivais a maior história de amor de todos os tempos. Neste Romeu e Julieta dos tempos modernos, há alguns detalhes que se repetem, mas o que poderia ser diferente?

 "Os últimos jovens da Terra: O rei dos pesadelos", escrito pelo Max Brallier e ilustrado pelo Douglas Holgate, publicado pelo Selo MilkShakespeare da Faro Editorial. É o terceiro da série 4 Contra o Apocalipse e estou bem animada para conferir as aventuras de Jack e seus amigos nesse volume. Resenhas dos livros anteriores: "Os últimos jovens da Terra", "Os últimos jovens da Terra: A marcha dos Zumbis".

 

 Sinopse: “Terrivelmente divertido! Uma série cheia emoções e risadas ainda maiores.” Jeff Kinney, autor do best-seller Diário de um banana. Confira mais uma aventura dos 4 contra o apocalipse! Depois que o planeta é invadido por monstros e zumbis, Jack se une aos seus colegas para encarar o apocalipse, onde não faltam aventuras e diversão! Neste terceiro livro da série de sucesso da Netflix, Jack e seus três melhores amigos acreditam que são os únicos seres humanos que sobreviveram ao apocalipse dos monstros, mas algo que está prestes a acontecer irá surpreendê-los. Contando com muitas ilustrações, o livro tem sido chamado da mistura perfeita entre Diário de um banana e The walking dead.

 "Vitorianas Macabras" da Darkside, foi um livro que comprei, usando um vale do Qualibest, site onde a gente responde pesquisas, ganha pontos e pode trocar por vale compras. Se você ainda não é cadastrado, cadastre-se aqui: QUALIBEST. Eu amo contos e autoras vitorianas, então estava desejando muito esse livro. Mostrei detalhes da edição no vídeo.

 Sinopse: Macabra é novo selo da DarkSide® Books pronto para trazer à vida obras assustadoras de autoras e autores transgressores e macabros perdidos no tempo. A Era Vitoriana foi um marco na história da Inglaterra e também no mundo. De um lado, o conservadorismo, a repressão e a subserviência. De outro, as transformações científicas, sociais e tecnológicas. Muito se fala sobre os homens que fizeram história naquela época, mas as mulheres também estavam travando suas próprias batalhas, desafiando convenções em nome da independência e da autonomia. Para enaltecer as mulheres ilustres que prestaram uma contribuição formidável à literatura ― e reparar a injustiça histórica que por séculos reverenciou apenas os homens ―, a DarkSide® Books e a Macabra Filmes orgulhosamente apresentam a antologia Vitorianas Macabras. Organizada em parceria com Marcia Heloisa ― doutora em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense (uff), também responsável pela tradução e já conhecida pelos darksiders por seu exímio trabalho com Bram Stoker e Edgar Allan Poe, na linha Medo Clássico ―, a coletânea apresenta treze histórias escritas por autoras que, assim como nós, foram cativadas pelo medo e por tudo aquilo que é sobrenatural. Verdadeiramente assustadoras, as histórias desta antologia foram ecoadas em contos e romances publicados nos séculos seguintes, uma proeza e influência que apenas as tramas mais poderosas poderiam conseguir. Aqui, o medo se manifesta de diversas maneiras, todas elas terríveis, impressionantes… e difíceis de esquecer. Não vamos contar todos os segredos, mas aqui vai um gostinho do que está por vir: “A Prece”, de Violet Hunt, é uma espécie de avô de Cemitério Maldito; o perturbador “Onde o Fogo Não se Apaga”, de May Sinclair, reproduz a tensão dos slashers com a profundidade do terror psicológico; “O Conto da Velha Ama”, de Elizabeth Gaskell, e “O Mistério do Elevador”, de Louisa Baldwin, apresentam fantasmas memoráveis; já em “A Janela da Biblioteca”, Margaret Oliphant traz um ensaio melancólico sobre o fantasma da solidão. “A voz dessas autoras é única, suas vidas são o verdadeiro assombro diante da grandeza de suas obras até então esquecidas”, afirma Christiano Menezes, diretor editorial da DarkSide®. “Há muito tempo eu não era tocada por textos tão poderosos”, completa Marcia Heloisa. Vitorianas Macabras reúne ainda histórias de Charlotte Brontë, H.D. Everett, Vernon Lee, Rhoda Broughton, Charlotte Riddell, Edith Nesbit, Amelia B. Edwards e Mary Braddon. Essas mulheres, além de serem figuras ilustres do protagonismo feminino, tinham em comum, é claro, o amor pela literatura: passaram a vida escrevendo, transformaram as palavras em seu ofício e tocaram inúmeros leitores com seus escritos. Agora, chegou a sua vez. Chegou a hora da Colheita Macabra A Macabra Filmes e a DarkSide® Books selaram um pacto eterno na quarta-feira de cinzas de 2019, promovendo filmes e seus criadores, apresentando com curadoria e critério os novos nomes do cinema de terror nacional e internacional. A DarkSide® Books agora inaugura o selo Macabra dentro de sua casa editorial, trazendo livros e quadrinhos que vão deixar a sua estante mais trevosa. Para dar início à colheita, a DarkSide® apresenta três títulos: Vitorianas Macabras, uma antologia inédita de vozes femininas da Era Vitoriana em treze contos de gelar a espinha, perfeito para fãs de Lady Killers; Medicina Macabra, uma reunião de casos arrepiantes e constrangedores da medicina; e Antologia Macabra, com histórias de horror e mistério escritas por grandes mestres da literatura dark, como Stephen King e Clive Barker. A fazenda está pronta para cultivar o horror em todas as suas formas.


 Por hoje é só, espero que tenham gostado do post. Me contem: já leram ou querem ler algum deles?


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Até o próximo post!
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Tag dos 50%: sobre as leituras do 1° semestre

 Olá, pessoal! Espero que estejam bem. No post de hoje, venho responder a Tag dos 50%, que consiste em 15 perguntas sobre nossas leituras do 1° semestre. A tag foi criada pelo Victor Almeida do canal Geek Freak e você pode conferir o vídeo dele clicando aqui. Gravei um vídeo com as respostas, e nele falei também sobre as minhas leituras de junho e sobre o saldo da Maratona Literária de Inverno. É só apertar o play para conferir ou continuar lendo:



Melhores leituras de 2019, resumo do ano e metas para 2020

 Olá, pessoal! Todos bem? No post de hoje, venho trazer um resuminho do último ano e comentar um pouco sobre meus objetivos para 2020. Era para esse post ter saído nos primeiros dias do ano, mas outros foram passando na frente. Vocês podem apertar o play e conferir o vídeo onde mostrei minhas melhores leituras de 2019, ou continuar lendo:



Resenha: livro "Menina Má", William March

 Olá pessoal, tudo bem? Na resenha de hoje venho comentar sobre minha experiência de leitura com o livro "Menina Má", escrito pelo William March. Ele foi publicado em 1954, se tornando um estrondoso sucesso na época, sendo adaptado para uma peça e um filme indicado ao Oscar. No Brasil, a obra foi publicada pela Darkside em 2016. Vocês podem apertar o play e conferir no vídeo, ou continuar lendo:



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Resenha e sorteio: livro "Em algum lugar nas estrelas", Clare Vanderpool, Darkside

 Olá pessoal, tudo bem? Na resenha de hoje venho comentar sobre minha experiência de leitura com o livro "Em algum lugar nas estrelas", escrito pela Clare Vanderpool e publicado no Brasil em 2016 pela Editora Darkside Books. Essa é uma resenha premiada, vou sortear o meu exemplar para vocês, é só ler no final do post como participar. Vocês podem apertar o play e conferir a resenha em vídeo ou continuar lendo:



 "A primeira vez que a gente vê o mar deve ser muito emocionante ou aterrorizante. Queria poder dizer que foi uma dessas coisas para mim. Eu só vomitei na praia cheia de rochas." (página 19)

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 A história se passa em 1845, no final da Segunda Guerra Mundial. O narrador é Jack Baker, um garoto de 13 anos que perdeu a mãe há pouco tempo. Seu pai, um capitão da marinha, decidiu levá-lo do Kansas pra um colégio interno no Maine.

Caixa de Correio e leituras de março

 Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje venho trazer um resuminho de março, para deixar registrado os livros que recebi e as leituras que fiz no último mês. Aconteceu uma coisa bem legal, que foi o fato de a maioria das minhas leituras ser de livros que chegaram naquele mesmo mês, algo que eu gostaria de conseguir fazer mais para não deixar títulos encalhando na estante. Mas não li tanto quanto gostaria, ainda que tenha feito boas leituras (todas receberam notas entre 4 e 5 na minha avaliação no Skoob). Aperte o play para conferir no vídeo ou continue lendo:



Livros recebidos e leituras de fevereiro


 Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje venho mostrar para vocês os livros que recebi no último mês e trazer um resuminho das minhas leituras de fevereiro. Vocês podem continuar lendo ou conferir no vídeo:


Caixa de Correio: livros recebidos em setembro

 Olá pessoal, tudo bem? Hoje venho mostrar para vocês os livros que recebei no último mês, apertem o play ou continuem lendo:



A Fênix de Fabergé, das autoras Sue Hecker e Cassandra Gia, é um romance com personagens circenses recebido da editora parceira Harlequin.

As Brumas de Ébano é o terceiro livro da série de fantasia Os Mistérios de Warthia, escrito pela Denise Flaibam e publicado pela parceira Mundo Uno Editora (eu amei os dois primeiros volumes).

Ecos da Pam Muñoz Ryan, publicação da DarkSide Books, estava há séculos nos meus desejados e eu comprei na promoção de frete grátis na Amazon por menos de R$20,00, até fiquei admirada de ter resistido e comprado só um livro.

Mary Barton da Elizabeth Gaskell (amei tudo o que já li da autora), Editora Record, é um romance clássico do século dezenove, aproveitei um vale que tinha no Submarino para comprar. Dica: inscreva-se no site para responder pesquisas, ganhar pontos e trocar por vales: www.qualibest.com.

Eu queria muito conhecer a escrita do Vinícius Grossos, então não resisti e comprei um box com três livros da Faro Editorial por menos de R$20,00! Acredito que os livros sejam young adults, os títulos são:
O Garoto Quase Atropelado, Vinícius Grossos.
O Verão em Que Tudo Mudou, Vinícius Grossos, Thais Wandrofski e Gabriela Freitas.
1+1 - A Matemática do Amor, Vinícius Grossos e Augusto Alvarenga.

 Me contem: vocês já leram ou querem ler algum desses livros? Como falei no vídeo (onde mostrei detalhes das edições deles), fiquem de olho nas redes sociais do blog, pois sempre aviso quando encontro livros em promoções imperdíveis.

Até o próximo post!

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Resenha: livro "A Noite dos Mortos-Vivos e A Volta dos Mortos-Vivos", John Russo

 Olá pessoal, tudo bem? Na resenha de hoje venho comentar sobre minha experiência de leitura com o livro "A Noite dos Mortos-Vivos e A Volta dos Mortos-Vivos" escrito pelo estadunidense John Russo e publicado no Brasil pela Editora Darkside em 2014.

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 "Pense em todas as pessoas que já viveram e morreram e que nunca mais verão as árvores, a grama ou o sol.
 Tudo parece tão breve, tão... inútil, não é? Viver um pouquinho e depois morrer? Tudo parece resultar em nada.
 Ainda sim, de certa forma, é fácil invejar os mortos. Eles estão além da vida, além da morte.
 Têm sorte de estarem mortos, de terem feito as pazes com a morte e não precisarem mais viver. Então debaixo da terra, alheios ao medo de morrer.
 Não precisam mais viver, nem morrer, nem sentir dor, nem conquistar nada. Ou saber qual é o próximo passo, e nem se perguntar como seria enfrentar a morte.
 Porque a vida parece ao mesmo tempo tão feia, bonita, triste e importante quando estamos vivos? E tão banal quando chegamos ao fim?
 A chama da vida arde por um tempo e depois se apaga. (...) A morte é o fim de toda vida. Quando sopra a brisa alegre de uma nova vida, ela não sabe e nem se importa com a antiga vida, e quando chega a hora, morre também.
 Viver é se remexer constantemente em um túmulo. As coisas vivem e morrem. As vezes vivem bem, e as vezes vivem mal, mas sempre vivem. E a morte é aquilo que reduz todas as coisas ao menor denominador comum.
 Por que será que as pessoas têm medo de morrer?
 Não é pela dor." (página 17)

 Assim começa "A Noite dos Mortos-Vivos", onde conheceremos Bárbara, que estava indo com o irmão ao túmulo do pai. Mas no cemitério, uma coisa que parecia humana, matou o irmão dela. Desesperada, Bárbara conseguiu refúgio numa casa aparentemente abandonada, mas logo apareceu Ben, também em busca de abrigo, já que seu carro estava quase sem combustível. A jovem estava em choque com o que tinha acabado de acontecer, e coube a Ben a tarefa de tentar fortificar a casa para conseguirem ficar seguros.

 O único contato com o mundo exterior era pelo rádio e a TV, que de hora em hora davam informações sobre o caos que estava acontecendo, com mortos retornando parcialmente à vida, com um único desejo: carne humana. A situação era pior nas regiões mais isoladas, como a casa onde Ben e Bárbara estavam, mas a força policial estava se organizando para resgatar essas pessoas. Será que Ben e Bárbara conseguiriam resistir o suficiente, com a casa cada vez mais cercada por motos-vivos, até que o resgate chegasse?

 Talvez vocês saibam que há um filme de mesmo nome lançado em 1968, cujo roteiro foi escrito por John Russo e George Romero (e equipe). Um filme que é referência para muitas histórias que tem zumbis como personagens, e que eu ainda não assisti. "A Noite dos Mortos-Vivos" traz uma gama de personagens, cada um tendo destaque em um momento. Há partes mais monótonas, como enquanto Ben e Bárbara estão presos na casa, e outras onde tudo acontece rápido demais. Além dos dois, surgem mais pessoas na casa, pessoas diferentes, com histórias diferentes, e cada uma acha que deve fazer uma coisa, nem sempre eles entram em consenso. O final me decepcionou um pouco, é até crível, mas dá aquela sensação de que foi tudo em vão, todo aquele esforço resultou em nada. 

 "Para acabar com eles, basta mirar no cérebro. Pode dizer para todos que estão escutando: basta fazer uma boa pontaria e atirar no cérebro; ou derrubá-los no chão e arrancar a cabeça deles. Eles não vão a lugar nenhum depois que você corta a cabeça deles fora. Aí então é só queimá-los." (página 98)

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 Aí temos a segunda parte, "A Volta dos Mortos-Vivos" (cujo texto do livro não foi usada para fazer nenhum filme), que se passa uma década depois. Por temor de que o episódio do despertar dos mortos pudesse se repetir, algumas pessoas destruíam com estacas o cérebro dos falecidos, para que não houvesse chance de eles se tornarem zumbis, mas nem todos faziam isso.

 O fazendeiro Ber tinha três filhas: Ann, Sue Ellen e  Karen (a caçula, que estava grávida). Eles foram ao velório da filhinha de um vizinho, mas lá chegou a notícia de que tinha acontecido um acidente com um ônibus, deixando muitos mortos. Bert e as duas filhas mais velhas foram com as demais pessoas do velório para martelar os cérebros dos mortos, mas a polícia apareceu e eles não puderam terminar o serviço.

 "Ele dera a Ann e Sue Ellen duas opções: ou ajudavam a carregar os mortos ou martelavam as estacas. Elas escolheram carregar os corpos de livre e espontânea vontade, portanto, tinham de cumprir a tarefa." (página 183)

 Já em casa, chegou a notícia de que estava acontecendo de novo: os mortos estavam levantando dos túmulos e atacando as pessoas, para devorá-las. E logo chegariam onde a família de Bert morava. Só que dessa vez estava sendo pior, pois muitas pessoas estavam se aproveitando da situação para cometer crimes, estupros e roubos. Estaria a família de Bert protegida? E se o bebê de Karen resolvesse nascer logo naquela hora?

 Para mim, a segunda história foi mais pesada que a primeira, apesar de ela ter algumas partes repetitivas, como trechos de transmissões que já vimos em "A Noite dos Mortos-Vivos". Há aquela dúvida se pessoas que surgem na casa da família de Bert são realmente quem dizem ser. E há mortes, muitas mortes, algumas que eu achei bem desnecessárias. Gostei um pouquinho mais do desfecho da segunda parte do que da primeira.

 Zumbis não são meus seres fantásticos preferidos, mas como eu gosto de ler coisas diferentes e clássicos, decidi ler esse livro e acho que valeu a pena. Até algum tempo atrás, eu me definia como medrosa, não mais! "A Noite dos Mortos-Vivos e A Volta dos Mortos-Vivos" é um clássico do terror e do horror, mas eu não senti medo durante a leitura. Era mais aquela vontade de avisar os personagens que "ia dar ruim", que tinha um morto-vivo bem ali, pertinho deles, e que poderia atacá-los, que era melhor ficar quietinho onde estava, que aquela criança que eles tanto amavam não era bem o que eles estavam pensando (adoraria saber mais do que aconteceria com o bebê da Karen!).

 Achei que a transposição entre romance e roteiro ficou bem feita, o livro não aprofunda tanto os personagens, e é fácil imaginar aquelas cenas como num filme. Os capítulos são curtos, o que torna a leitura fluida.

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 Essa edição da Darkside não tem capa dura, gostei da escolha das cores e de fontes. A revisão está bem feita, as páginas são amareladas, a diagramação tem letras, margens e espaçamento de bom tamanho. Há algumas fotos do filme, o que pode ser interessante para quem já o assistiu.

 Detalhes: 320 páginas, ISBN-13: 9788566636215, Skoob. Clique para comprar na Amazon (tem uma edição comemorativa nova, de capa dura):


 Por hoje é só, espero que tenham gostado da resenha. Me contem: já leram ou viram o filme de "A Noite dos Mortos-Vivos"? Participem do sorteio de "A Incendiária" do Stephen King que está rolando no blog clicando aqui.

 * Clique aqui para participar do sorteio dos livros Uma noiva para Winterborne, Amor em Manhattan, Quando um Propósito nos Leva Além e O Bom do Amor no Instagram.
 * Clique aqui e participe do sorteio de dois livros da Colleen Hoover.
 * Clique aqui e participe dos demais sorteios de livros no blog.


Até o próximo post!
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Unboxing: livros comprados na Amazon no Dia Mundial do Livro

 Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje venho mostrar os livros que comprei na Amazon no Dia Mundial do Livro, 23 de abril. Eles chegaram há alguns dias já, mas só hoje consegui postar. Apertem o play ou continuem lendo:

 Como comento no vídeo, nem ia comprar nada, mas quando vi que "Golem e o Gênio" da Helene Wecker publicado pela Darkside estava na oferta relâmpago, não resisti. Esse livro nunca entra em promoção, e olha que eu já estava de olho nele há anos!

Finalmente adquiri meu exemplar do #livro Golem e o Gênio da #HeleneWecker ❤. Ele estava na oferta relâmpago da Amazon e foi um dos que comprei na promoção do Dia Mundial do Livro, logo terá vídeo no canal mostrando todos. . 📚Sinopse: Chava é uma golem, criatura feita de barro, trazida à vida por um estranho rabino envolvido com os estudos alquímicos da cabala. Ahmad é um gênio, ser feito de fogo, nascido no deserto sírio, preso em uma antiga garrafa de cobre por um beduíno, séculos atrás. Atraídos pelo destino à parte mais pobre de uma Manhattan construída por imigrantes, Ahmad e Chava se tornam improváveis amigos e companheiros de alma, desafiando suas naturezas opostas. Até a noite em que um terrível incidente os separa. Mas uma poderosa ameaça vai reuni-los novamente, colocando em risco suas existências e obrigando-os a fazer uma escolha definitiva.
Uma publicação compartilhada por Maria - Pétalas de Liberdade (@marijleite) em

 Comprei também um romance da Cecelia Ahern publicado pela Novo Conceito: "Como Se Apaixonar", que eu também já queria há anos por trazer a temática do suicídio, um kit com dois livros da Karin Slaughter ("Esposa Perfeita" e "Flores Partidas") por estar querendo ler mais livros do gênero e pelo preço estar muito bom (Gente, sério! Fiquem de olho nos kits da HarperCollins Brasil, eles vivem em promoções sensacionais) e Trilogia Irmãos Wolfe do Markus Zusak que eu também já queria há algum tempo: "O azarão", "Bom de briga" e "A garota que eu quero" (os dois primeiros foram publicados pela Editora Bertrand e o último pela Intrínseca).

 Caso alguém tenha ficado curioso, eis a sinopse de O Azarão:

Antes de tornar-se mundialmente conhecido, Markus Zusak escreveu uma trilogia de sucesso. O primeiro título chama-se O Azarão. Fãs de A menina que roubava livros não podem deixar de ler os romances que inciaram a carreira estelar desse autor. Narrado em primeira pessoa, o livro apresenta a história de Cameron Wolfe, um garoto de 15 anos, perdido na vida e que vive às turras com a família. Trabalha com o pai encanador e sua mãe está sempre brigando com os filhos, na pequena casa onde todos moram juntos. Steve é o mais velho e mais bem-sucedido. Sarah é a segunda, e está sempre dando uns amassos com o namorado. Rube é o terceiro e o mais próximo de Cameron. Os dois, além de boxeadores amadores, vivem armando esquemas para roubar lojas e outros locais do tipo. Contudo, os planos nunca saem do papel. Uma história sobre a vida e sobre as lições que dela podem ser tiradas. Um romance de formação que exibe um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua vida. - "Tento ser humano em minha escrita. Comecei a escrever porque era o caminho natural. Durante o ensino médio eu era muito introvertido. Sempre tinha histórias na cabeça. Então comecei a escrevê-las." - Markus Zusak

 Por hoje é só, espero que tenham gostado do post. Me contem: já leram ou querem ler algum desses livros? Compraram algo nessa promoção também?

* Clique aqui e saiba como participar do Top Comentarista de Maio.

Ps.: tem sorteio valendo livro da DarkSide, clique aqui para participar.

 Clique aqui e participe de todos os sorteios que estão rolando no blog.

Até o próximo post!

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Resumo das leituras de abril

 Olá pessoal, tudo bem? Quem aí lembra da minha meta de leitura para abril? Conforme o prometido, hoje venho contar se consegui ou não ler todos os livros que queria. Aperte o play para ver o vídeo (comento um pouquinho sobre cada livro) ou continue lendo para saber quais livros li:





- No Seu Pescoço, Chimamanda Ngozi Adichie, Companhia das Letras: contos muito bons! Havia começado em março e terminei em abril. Clique no título para conferir a resenha.

- A Verdade Sobre Amores e Duques, Laura Lee Guhrke, Harlequin Books Brasil: romance de época com mocinho nobre e mocinha jornalista.

- O Alforje, Bahiyyih Nakhjavani, TAG - Dublinense: trama ambientada no deserto e com muitos personagens. Clique no título para conferir a resenha.

- Como Se Vingar de Um Cretino, Suzanne Enoch, Harlequin: romance de época muito divertido e fluido, com personagens cativantes.

- Rastro de Sangue: Jack, o Estripador, Kerri Maniscalco, DarkSide Books: pra quem gosta de histórias de investigação, tem resenha E SORTEIO, clique no título para participar.

- Amor em Manhattan, Sarah Morgan , Harlequin: romance divertido, que destaca bem a cidade e a amizade entre os personagens.

- Segredos de Uma Noite de Verão, Lisa Kleypas, Arqueiro: o livro encalhado escolhido para MARÇO (tema: escrito por uma mulher) no meu desafio de desencalhar 12 livros em 2018, só consegui ler em abril mas amei muito e lembrei o motivo de a autora ser minha favorita nos romances de época.

 Então, da minha meta, ficou faltando: "A Perversa", continuação do livro encalhado de fevereiro, e "Uma família feliz", livro encalhado de abril (capa feia ou estranha) que vão para a TBR de maio. Mas fiquei contente por conseguir fazer boas leituras e ter lido mais do que nos meses anteriores, aproveitando um pouco melhor o tempo antes de ir dormir, deixando o celular de lado e pegando um livro.

 No vídeo, reparei que fica parecendo que alguns romances seguem a mesma fórmula: mocinhos se aproximam, se conhecem melhor e nasce o relacionamento, mas posso garantir que os enredos dos romances lidos no último mês são bem diferentes, só minha forma de resumi-los é que ficou parecida.

 Me contem: como foram as leituras do último mês? Já leram ou querem ler algum desses livros? Além de "Rastro de Sangue", pretendo sortear mais alguns desses lidos, quais vocês gostariam que eu colocasse num sorteio aqui no blog?

DICA: compre os livros citados na Amazon → https://amzn.to/2rmYTyR  .

Até o próximo post!

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Resenha e sorteio: livro "Rastro de sangue: Jack, o estripador", Kerri Maniscalco

 Olá pessoal, tudo bem? Na resenha de hoje venho comentar sobre minha experiência de leitura com o livro "Rastro de sangue: Jack, o estripador", escrito pela Kerri Maniscalco e publicado em 2018 pela Editora Darkside Books. E tem sorteio de um exemplar! Aperte o play ou continue lendo:



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 "Monstros deveriam ser assustadores e feios. Eles não deveriam esconder-se atrás de sorrisos amigáveis e cabelos bem cortados. Por mais distorcida que pudesse ser, a bondade não deveria ficar trancafiada em um coração de gelo e um exterior ansioso." (página 328)

 A história se passa em Londres, em 1888, e é narrada por Audrey Rose Wadsworth, uma jovem de dezesseis ou dezessete anos. Desde a morte da mãe de Audrey, seu pai tornou-se super protetor, com medo de também perder a filha caso ela pegasse alguma doença "lá fora". Por sorte, Nathaniel, irmão mais velho de Audrey, a ajudava a conseguir driblar o pai. Com isso, Audrey conseguia fazer o que mais gostava: ajudar o tio em seu laboratório.

 "Às vezes, as trevas nos olhos dele me deixavam mais aterrorizada do que os mortos que abríamos como se fôssemos açougueiros." (página 13)

 Jonathan, tio de Audrey, era uma espécie de médico legista, dava aulas de medicina forense, e por vezes era consultado pela polícia para examinar corpos de vítimas e ajudar na resolução de crimes. Audrey descobriria que não era sua única aluna particular, ao conhecer no laboratório o jovem Thomas Cresswell, um rapaz que parecia ter uma estranha habilidade de desligar suas emoções ao se deparar com a morte.

 "Parecia que, quando nosso pai dispensava um criado ou uma criada, a vida deles nunca mais era a mesma, das piores formas possíveis." (página 119)

 Mulheres de áreas pobres, prostitutas, estavam sendo assassinadas de forma brutal, e como o tio Jonathan estava analisando os corpos das vítimas, Audrey e Thomas também tiveram acesso à busca pelo assassino, que logo ficou conhecido como Avental de Couro ou Jack, o estripador. Conforme avançavam nas investigações, descobriam que as vítimas pareciam ter ligação com a família Wadsworth. Se Audrey já queria resolver o caso para dar justiça àquelas mulheres e suas famílias, ficaria ainda mais envolvida com a possibilidade de o criminoso ser alguém que ela conhecia.

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 Demorei um pouco para me conectar com a história, em alguns momentos me sentia como se estivesse lendo o 2° livro de uma série e não o 1°; algumas coisas, como o papel do tio de Audrey nas investigações, só ficaram claras para mim muitos capítulos depois. Em algumas partes, a história era mais fluida e me cativava mais, em outras, menos. Há uma repetição da palavra "eu" em alguns momentos que me incomodou. Se era a própria Audrey que estava narrando, não havia a necessidade de iniciar as frases com a palavra "eu" e depois colocá-la novamente na sequência; pode ser uma marca da escrita da autora (esse é seu 1° livro publicado), pode ser uma marca do idioma inglês (quando a gente joga um trecho de uma fala em inglês no tradutor do Google, provavelmente vamos encontrar muitos "eus") que poderia ter sido tirada na tradução para deixar o texto mais agradável de se ler.
Ilustração Thomas e Audrey (fonte)

 "'Eu não estava ciente de que ficar atualizada das notícias do dia era inapropriado. Talvez eu deva gastar meu tempo, e seu dinheiro, com espartilhos novos para impedir que minha vontade saia pelos meus lábios', falei, em um tom doce. 'Usar algo tão apertado deve atar bem minhas cordas vocais. O senhor não concorda com isso?'
 Os olhos de meu pai mostraram o lampejo de um aviso, mas ele não se depararia comigo me acovardando hoje. Eu resolveria este caso do Estripador mesmo que isso significasse acordar a besta dormente dentro de quem quer que ela estivesse descansando. Aquela mesma criatura estava arranhando e uivando por uma oportunidade para ser libertada de dentro de mim. Eu jurei que tudo seria feito em seu devido tempo, aplacando-a pelo momento." (página 245)

 Esses foram os pontos negativos do livro. Agora, vamos aos positivos. Depois da página 100, a história me agradou muito mais! E tivemos menos "eus". Na vida real, "Jack, o estripador" nunca foi pego. E eu achava que no livro seria do mesmo jeito, cheguei a acreditar que a Audrey estava sendo muito paranoica e exagerada ao achar que o criminoso poderia estar por perto. Mas o desfecho me surpreendeu. Mais próximo da resolução, cheguei a descobrir quem era o culpado, mas as motivações foram inesperadas. E o mais interessante é perceber como as pistas estavam todas lá, no decorrer dos capítulos! Porém, achei os acontecimentos do último capítulo um pouco difíceis de crer, um determinado personagem mudou de opinião rápido demais, ainda mais pelo contexto da época.

 "Minhas preocupações diárias estavam tão distantes disso tudo que eu temia ser evitada para sempre entre os meus pares. Embora eu gostasse de ornamentos e roupas finas, tentei me imaginar conversando sobre a estampa de um guardanapo, mas meus pensamentos viviam voltando aos cadáveres, e eu ri com o meu fracasso de até mesmo visualizar a mim mesmo sendo o que chamam de jovem moça normal.
 Eu estava determinada a ser tanto bela quanto feroz, como minha mãe dissera que eu podia ser. Só porque eu era uma moça interessada no trabalho de um homem, isso não queria dizer que eu precisava desistir de ser feminina." (página 99)

 Ao finalizar a leitura, os personagens também se destacaram como um ponto positivo. Achei muito interessante termos uma protagonista com gostos peculiares. Audrey é só uma adolescente que gosta sim de vestidos bonitos e até consegue fazer bordados e suportar um ou outro chá da tarde com a tia, a prima e as amigas da prima, como a sociedade espera de uma dama da época. A questão é que Audrey também tem outros interesse, que a sociedade da época não acha adequados para as jovens (e que até mesmo nos dias de hoje podem parecer estranhos para alguns). Audrey gosta de entender o que provoca o fim da vida, o que faz um corpo parar, talvez por ter perdido a mãe tão jovem.

 Esse é um daqueles livros onde a gente desconfia de todo mundo, onde procuramos, em cada um, sinais de que pode ser o culpado, mas no final, a construção das personalidades do pai, do irmão, do tio de Audrey, de Thomas e de um dos policiais que chefia o caso, ficaram muito bem feitas, assim como a mistura entre a realidade e a ficção. Preciso destacar a Liza, prima da Audrey, que me agradou muito: uma adolescente que é sim tudo o que a sociedade da época espera de uma garota, mas que não deixa de ter voz e opinião própria. Fiquei muito contente ao ver que Audrey tomou para si um pouco dessa determinação da prima.

 Apesar de ser um livro com investigação e muitos cadáveres, temos sim o início de um romance, que ficou bem colocado na trama (só eu que achei o par romântico da Audrey ser bem atiradinho em alguns momentos?).

 "'Use seus dotes como se fossem uma lâmina, prima. Nenhum homem inventou um espartilho para nossos cérebros. Deixe que eles pensem que governam o mundo. É uma rainha que está sentada naquele trono. Nunca se esqueça disso. Não há nenhum motivo pelo qual você não possa usar um hábito para trabalhar, e então trajar o mais fino vestido e dançar a noite toda. Mas apenas se isso lhe agradar.'
 Fitei Liza por alguns segundos, vendo-a em uma luz totalmente nova." (página 162)

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 A edição da Darkside tem uma capa dura linda. As páginas são amareladas, não encontrei erros de revisão, a diagramação tem letras, margens e espaçamento de bom tamanho, além de um mapa e ilustrações no início de cada capítulo, que até podem parecer, mas não são aleatórias.

 "As feições de Nathaniel contorceram-se com a raiva. 'Por que mesmo eu deveria ficar perturbado? Talvez porque a minha irmã não consegue se dar ao trabalho de permanecer dentro de casa como uma moça normal e decente!'
 A princípio, as palavras dele roubaram-me o ar. Por que eu deveria ser ou dócil e decente, ou curiosa e desprezível? Eu era uma moça decente, mesmo que passasse meu tempo livre lendo sobre teorias científicas e dissecando os mortos." (página 72)

 Enfim, "Jack, o estripador: rastro de sangue" ou "Rastro de Sangue; Jack, o Estripador" (já vi o título das duas formas) foi uma leitura que demorou para me cativar, mas que quando conseguiu me envolver, me fez ficar grudada no livro para descobrir como a história se desenrolaria. Não é um livro que dá medo, pelo menos em mim não deu, mas pode causar um pouco de estômago embrulhado com as descrições do manuseio, cheiros e sons dos corpos em diferentes estados de decomposição. Recomendo para quem gosta de livros com jovens protagonistas femininas a frente do seu tempo, para quem gosta de histórias ambientadas na Inglaterra Vitoriana e para quem gosta de livros com investigações de crimes misteriosos. Com certeza vou querer ler os próximos volumes (ressaltando que o final desse é fechado)!

 "Havia uma escuridão se alastrando dentro de mim que precisava ser arrancada pela raiz. Esta era a segunda vez na semana que eu ficava levemente grata pelo Estripador. Minhas próprias emoções me deixavam nauseada. Como eu me atrevia a regozijar-me com o infortúnio de outrem? Isso não me tornava melhor do que o próprio assassino. Ainda assim, eu tinha esperanças de que este crime fosse pelo menos salvar uma vida. Mesmo que esta esperança fizesse de mim uma coisa miserável." (página 220)

 Detalhes: 354 páginas, Skoob, ISBN-13: 9788594541000. Compre online na Amazon:

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 Vou sortear o meu exemplar, para participar você precisa ser inscrito no canal, curtir a página do blog no Facebook, me seguir no Instagram e preencher o formulário abaixo (ou clicando aqui).
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 Pronto, você já está participando! Mas depois de cumprir essas entradas obrigatórias, aparecerão as chances extras, onde você pode aumentar muito as suas chances de ser sorteado, aproveite-as!

- Inscrições até 26/05/2018.
- Sorteio em até uma semana após o término das inscrições. O sorteado será avisado por e-mail.
- O nome do vencedor aparecerá no formulário.
- O prêmio será enviado em até 30 dias após recebimento do endereço do ganhador. É necessário ter endereço de entrega no Brasil. Não me responsabilizo por danos ou extravios do Correios.
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Até o próximo post!

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Dica de leitura: livros de não-ficção

 Olá pessoal, tudo bem? Em mais um dia de VEDA (desafio de postar um vídeo por dia no canal do blog no Youtube durante o mês de abril), trago um vídeo com três livros de não-ficção que eu li e gostei muito. Algumas pessoas tem receio de ler livros que não são histórias fictícias, mas tenho certeza que os três livros abaixo podem agradá-los, apertem o play ou continuem lendo:



- 13 horas - Os soldados secretos de Benghazi, Mitchell Zuckoff com a colaboração da Equipe de Segurança do Anexo
Em 2012, na noite de 11 de setembro para a manhã de 12 de setembro, em Benghazi, Líbia, o Complexo Diplomático dos Estados Unidos foi atacado por um grupo de agressores líbios. E eram os homens do Anexo, integrantes da CIA e outros agentes especiais com diversas formações, os mais próximos e que poderiam tentar resgatar o embaixador e os demais ocupantes do Complexo. Combatendo em terreno hostil e sem saber ao certo quem era o inimigo, a equipe de segurança passaria por 13 horas dificílimas, cheias de tensão, luta, tiros e sangue.

 Com os depoimentos da Equipe de Segurança do Anexo, fugindo do tom completamente jornalístico e frio e optando por algo quase que cinematográfico e emocionante, Mitchell Zuckoff me fez mergulhar na história a cada página, sentir toda a tensão daquelas 13 horas e torcer pelos agentes. Dei 5 estrelas para o livro, que foi adaptado para o cinema, no último sábado comecei a vê-lo na TV, e foi incrível como eu me recordava com clareza do que havia lido conforme as cenas passavam, mas não tive coragem de ver até o final, pois no livro a gente pode fazer uma pausa para respirar nas partes mais tensas, na TV não há essa possibilidade.

13 horas  Os soldados secretos de Benghazi  Mitchell Zuckoff
13 horas
Os soldados secretos de Benghazi
Mitchell Zuckoff
Ano: 2016 / Páginas: 350
Editora Bertrand
O best-seller que deu origem ao filme dirigido por Michael Bay.13 Horas apresenta, pela primeira vez, a história real dos acontecimentos de 11 de setembro de 2012, quando terroristas atacaram o Complexo da Missão Especial do Departamento de Estado dos EUA e o Anexo, base da CIA, em Benghazi, na Líbia. Uma equipe de seis soldados lutou bravamente para repelir os agressores e proteger os americanos que lá trabalhavam, indo além de suas obrigações e realizando atos extraordinários de coragem e heroísmo para impedir uma tragédia ainda maior. Este é seu relato pessoal do que aconteceu durante as treze horas do infame atentado. Pondo em pratos limpos o ocorrido em uma noite encoberta por mistério e controvérsia, este livro instigante leva os leitores para dentro da história desses heróis que arriscaram sua vida uns pelos outros, por seus compatriotas e por seu país. Escrito por Mitchell Zuckoff, autor best-seller do New York Times, 13 Horas é uma obra atordoante que fará o leitor arregalar os olhos – e, o mais importante, é a verdade. A história sobre o que enfrentaram aqueles homens – e a grandeza do que realizaram – é inesquecível.
- O Ano Em Que Disse Sim - Como Dançar, Ficar ao Sol e Ser Sua Própria Pessoa, Shonda Rhimes
Shonda Rhimes é a responsável pelas séries Grey's Anatomy, Scandal, Private Practice e How to Get Away with Murder, ganhadora de inúmeros prêmios e mãe de três filhas. Num feriado de Ação de Graças, uma frase que ouviu da irmã fez com que ela acordasse para o fato de que não estava feliz: "Você nunca diz 'sim' para nada.". Shonda decidiu dizer "sim" para o maior número de oportunidades durante um ano, o que melhorou sua vida fisicamente e emocionalmente. De forma bem humorada, Shonda nos faz refletir sobre o que é ser mulher nos dias de hoje, sobre a importância da representatividade, além de nos inspirar com sua trajetória.

O Ano Em Que Disse Sim  Como Dançar, Ficar ao Sol e Ser Sua Própria Pessoa  Shonda Rhimes
O Ano Em Que Disse Sim
Como Dançar, Ficar ao Sol e Ser Sua Própria Pessoa
Shonda Rhimes
Ano: 2016 / Páginas: 256
Editora Best Seller
Um livro motivador da aclamada e premiada criadora e produtora executiva dos sucessos televisivos Grey’s Anatomy, Private Practice e Scandal, e produtora executiva de How to Get Away with Murder.Você nunca diz sim para nada. Foram essas seis palavras, ditas pela irmã de Shonda durante uma ceia de Ação de Graças, que levaram a autora a repensar a maneira como estava levando sua vida. Apesar da timidez e introversão, Shonda decidiu encarar o desafio de passar um ano dizendo “sim” para as oportunidades que surgiam. Os “sins” iam desde cuidar melhor de sua saúde até aceitar convites para participar de talk shows e discursos em público. Além disso, Shonda deu um difícil passo: dizer sim ao amor próprio e ao seu empoderamento. Em O Ano em que disse sim, Shonda Rhimes relata, com muito bom humor, os detalhes sobre sua vida pessoal, profissional e como mergulhar de cabeça no “Ano do Sim” transformou ambas e oferece ao leitor a motivação necessária para fazer o mesmo em sua vida.
- O Voo da Bailarina, Michaela Deprince e Elaine DePrince
Mabinty Bangura nasceu em 1995 em Serra Leoa. Perdeu os pais por causa da guerra civil e foi para um orfanato, onde era discriminada por ter vitiligo. Certo dia, viu a foto de uma bailarina numa revista e decidiu que seria igual àquela mulher, sonho que se tornou possível quando foi adotada por uma família norte-americana. Família que sempre a incentivou quando os obstáculos, como o preconceito por ser uma bailarina negra, surgiram.

 Michaela vem para inspirar, dar voz e esperança às meninas negras, órfãs, nascidas num país em guerra civil, numa sociedade onde a mulher é desvalorizada, e, posteriormente, para dar voz as famílias onde há adoção, onde o amor e o respeito falam mais alto que os laços de sangue, para falar contra o preconceito e o racismo, para mostrar que a cor da pele de uma pessoa é só cor, nada mais do que isso (e que se a pela dela for diferente por causa do vitiligo, ainda assim ela não merece ser discriminada), que os estereótipos tem que ser quebrados! 

O Voo da Bailarina  Michaela Deprince e Elaine DePrince
O Voo da Bailarina
Michaela Deprince e Elaine DePrince
Ano: 2016 / Páginas: 272
Editora BestSeller
Nascida na Serra Leoa devastada pela guerra, os primeiros anos de vida de Michaela não foram fáceis. Após perder os pais de maneira brutal, a jovem foi abandonada pelo tio em um orfanato, onde ficou conhecida como a número 27 e foi cruelmente apelidada de criança demônio, devido a uma condição de pele que faz com seu corpo pareça manchado. A estadia no orfanato, no entanto, lhe forneceu uma bênção: foi lá que Michaela encontrou a capa de revista que determinaria seu futuro, estampada com uma linda bailarina na ponta dos pés. Adotada por uma família norte-americana que encorajou seu amor pelo balé matriculando-a em escolas de dança, Michaela daria início à emocionante trajetória rumo aos maiores patamares do balé mundial.

 BÔNUS:
- Confissões do Crematório, Caitlin Doughty
Em seu livro, Caitlin Doughty nos conta sua experiência trabalhando em funerárias. Uma obra de extrema importância para nos tirar da ignorância a respeito da morte e nos ajudar a tratar o tema com mais naturalidade, afinal, todos nós vamos morrer um dia.

Confissões do Crematório  Caitlin Doughty
Confissões do Crematório
Caitlin Doughty
Ano: 2016 / Páginas: 260 
Editora: DarkSide Books
Ainda jovem, Caitlin conseguiu emprego em um crematório na Califórnia e aprendeu muito mais do que imaginava barbeando cadáveres e preparando corpos para a incineração. A exposição constante à morte mudou completamente sua forma de encarar a vida e a levou a escrever um livro diferente de tudo o que você já leu sobre o assunto.Confissões do Crematório reúne histórias reais do dia-a-dia de uma casa funerária, inúmeras curiosidades e fatos filosóficos, históricos e mitológicos. Tudo, é claro, com uma boa dose de humor. Enquanto varre as cinzas das máquinas de incineração ou explica com o que um crânio em chamas se parece, ela desmistifica a morte para si e para seus leitores.O livro de Caitlin – criadora da websérie Ask a Mortician – levanta a cortina preta que nos separa dos bastidores dos funerais e nos faz refletir sobre a vida e a morte de maneira inteligente, honesta e despretensiosa – exatamente como deve ser. Como a autora ressalta na nota que abre o livro, “a ignorância não é uma bênção, é apenas uma forma profunda de terror”.

 Por hoje é só, espero que tenham gostado do post. Já leram ou querem ler algum desses livros? Qual o seu livro de não-ficção favorito?

Até o próximo post!

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