Olá, pessoal! Como vocês estão? Eu confesso que tenho dormido bem mal e vocês vão entender o porquê nesse post! Apertem o play para conferir no vídeo ou continuem lendo:
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Indicação de Filme: "Klaus" da Netflix, indicado ao Oscar
Olá pessoal, tudo bem? O Natal já passou tem algum tempo, mas só alguns dias atrás é que finalmente assisti um filme natalino super recomendado no último ano: a animação "Klaus", disponível na Netflix e que está concorrendo ao Oscar de Melhor Filme de Animação.
Ano: 2019, duração: 1h 38min, escrito e dirigido por Sergio Pablos
Filme: "Amnésia"
Olá, pessoal! Tudo bem? No post de hoje, venho conversar com vocês sobre o filme "Amnésia", suspense estadunidense lançado em 2015 e que está disponível na Netflix.
Fiquei interessada em ver esse filme por ele ter uma premissa parecida com a de "Obsessão Secreta", sobre o qual já falei aqui no blog, mas com o diferencial de, além do trailer bem menos revelador, ser o homem desmemoriado que desconfia da esposa, enquanto em "Obsessão Secreta" era a mulher que sentia que havia algo de errado com o marido.
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Filme "Obsessão Secreta"
Olá pessoal, tudo bem? Para começarmos a semana, venho falar sobre um filme que estreou dia 18 de julho na Netflix: o suspense psicológico "Obsessão Secreta".
Na história, Jennifer (Brenda Song) perde a memória após ser atropelada enquanto fugia de alguém numa noite chuvosa. O detetive Frank Page (Dennis Haysbert) quer saber o que a moça estava fazendo num local distante de sua casa e como ela foi parar lá. Mas Jennifer não se lembra de nada, e o marido dela, Russell Williams (Mike Vogel), não se mostra muito empolgado em colaborar com a polícia.
Após ter alta do hospital, Jennifer é levada para casa por Russell. Ele lhe mostra fotos do casamento dos dois e conta sobre o relacionamento deles. Porém, pouco a pouco, Jennifer vai desconfiando de que possa haver alguma coisa estranha com Russell. Será que ele é mesmo quem diz ser?
Dica de filme na Netflix: Pets - A vida secreta dos bichos
Olá pessoal, tudo bem? Faz um tempinho que não recomendo um filme aqui no blog, né?! Por isso, hoje venho comentar com vocês sobre uma animação que vi na Netflix e que me conquistou: Pets - A vida secreta dos bichos.
Algumas considerações sobre Vingadores: Ultimato
Olá pessoal, tudo bem? Assisti Vingadores: Ultimato (Avengers: End Game) e no post de hoje venho comentar minha opinião sobre o filme. Preciso ressaltar que não sou especialista no assunto e ainda não vi todos os filmes anteriores do Universo Cinematográfico Marvel (embora seja curiosa e, com todo mundo comentando cada lançamento, tenha lido muito sobre eles), mas fiquei bem impressionada com a produção e por isso estou escrevendo sobre aqui no blog. O post está dividido em duas partes, a primeira sem spoilers, e a segunda com alguns spoilers ou prováveis spoilers, já que, como disse, não vi todos os filmes e talvez alguma coisa que eu dissesse poderia ser um spoiler sem que eu percebesse. Vamos lá!
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| Imagem meramente ilustrativa, não assisti o filme no Kindle |
Filme: Garota Exemplar
Olá pessoal, tudo bem? Quem aí já leu o livro "Garota Exemplar", escrito pela Gillian Flynn e publicado no Brasil pela Editora Intrínseca em 2013? Vocês sabiam que o filme baseado no livro foi lançado em 2014? Eu li a obra em 2017, e desde então estava curiosa para ver a adaptação. Aproveitei um tempinho num final de semana para assistir na Netflix, e hoje venho comentar com vocês sobre o que achei.
A história nos apresenta o casal Nick (Ben Affleck) e Amy (Rosamund Pike) Dunne. Quando a mãe de Nick ficou doente, eles se mudaram para a cidade natal dele. Nick trabalhava num bar com a irmã gêmea, e Amy não trabalhava fora. Até que, no 5° aniversário de casamento deles, Nick chegou em casa e não encontrou Amy, além de haver coisas quebradas pela casa.
A polícia foi chamada e a busca por Amy começou. O caso ganhou grande repercussão, não só pelo fato dos pais de Amy serem escritores famosos de livros infantis baseados na filha, mas também pelo comportamento de Nick ser diferente do que se espera de um marido preocupado com o desaparecimento da mulher e dos sinais claros de que a relação do casal não ia bem. Além disso, ainda havia envelopes com pistas, uma brincadeira que Amy fazia nos aniversários de casamento, mas na investigação, as pistas deixadas por Amy podem significar bem mais do que aparentam.
Teria Nick matado a esposa? Onde estaria Amy? Essas são as duas perguntas iniciais de "Garota Exemplar".
Teria Nick matado a esposa? Onde estaria Amy? Essas são as duas perguntas iniciais de "Garota Exemplar".
Para colocar mais de 400 páginas em duas horas e meia, adaptações precisaram ser feitas na trama, com algumas cenas cortadas ou modificadas (nem todas as pistas presentes na obra escrita aparecem, por exemplo), mas o filme contém a essência do livro. Não vou contar muita coisa para não dar spoilers para que quem ainda for ver ou ler.
Como eu já conhecia a história, descobrir o que realmente tinha acontecido com a Amy e o que vem depois dessa descoberta não foi uma grande surpresa, assisti mesmo pelo prazer de ver as cenas que eu havia imaginado durante a leitura ganhando vida. Mas meu marido que assistiu comigo e ainda não tinha lido, ficou bem surpreso com as revelações e com até onde uma pessoa pode chegar. E, segundo ele, determinado personagem "é um demônio!" Temos alguém com uma mente muito doentia nessa história, não é uma pessoal "normal", é bom lembrar disso. Então acho que a adaptação cumpre seu papel de impactar o público.
Não sou nenhuma especialista no assunto, mas não tenho do que reclamar das atuações, do visual ou da trilha sonora, tudo estava muito bem feito para mim.
Enfim, eu gostei do filme (ainda que ache os personagens mais bem trabalhados no livro) e recomendo para quem gosta de suspenses e histórias cheias de manipulações e de segredos. Alguém aí já leu ou assistiu "Garota Exemplar"?
♥ Confira a resenha do livro clicando aqui.
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Até o próximo post!
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Resenha: filme "Bird Box" (Caixa de Pássaros)
Olá pessoal, tudo bem? Agora que o Natal já veio e passou, vamos falar de um filme mais tenso: "Bird Box", ou, em português, Caixa de Pássaros. Baseado no livro de mesmo nome (escrito por Josh Malerman e publicado no Brasil pela Editora Intrínseca), Bird Box estreou semana passada na Netflix.
A história começa com Malorie (Sandra Bullock), um garoto e uma garota, partindo de barco para um viajem pelo rio em busca de um novo abrigo. Aí voltamos no tempo, cinco anos antes, quando Malorie pintava quadros e estava grávida. Ela foi com a irmã numa consulta médica, mas, na volta, o caos tomou conta. Visões estavam fazendo com que as pessoas enlouquecessem e se suicidassem.
Malorie vai se refugiar com outras pessoas numa casa, porém, pela primeira cena do filme, a gente já deduz que eles vão se separar em algum momento. Seria quando a comida acabasse? Alguns sucumbiriam às visões? Malorie e as duas crianças conseguiriam fazer a viagem pelo rio vendados? Chegariam em algum lugar? Como ela tinha dois filhos se não estava grávida de gêmeos? Essas e outras perguntas vão sendo respondidas ao longo das duas horas do filme.
Eu não li o livro no qual o roteiro se baseou, por ter lido algumas resenhas de pessoas que não curtiram muito o final, então não tenho como comparar os dois. Mas pelos comentários que vi de outras pessoas que assistiram Bird Box, parece que há sim algumas diferenças em relação ao livro, inclusive no final. Mesmo assim, confesso que estou até considerando ler o livro agora, pois gostei mais da história do que esperava. É, eu comecei a assistir pensando que ia detestar, mas a curiosidade falou mais alto, decidi ver e gostei mais do que imaginava.
Não esperem ver monstros aterrorizantes, as criaturas mais cruéis que vocês encontrarão são os próprios humanos, que movidos pelo medo ou pela loucura, são capazes de qualquer coisa. Não foi um filme apavorante, mas senti certa tensão do início ao fim, tive medo do que poderia acontecer na cena seguinte e confesso que não acreditava no sucesso da jornada de Malorie e das crianças, aliás, acho que essas foram as sensações mais marcantes no filme para mim: desolação, devastação, falta de esperança.
Não sou especialista nesses assuntos, mas o filme tem um visual sombriamente agradável e boas atuações. A pequena Vivien Lyra Blair, que faz a Garota, roubou meu coração com sua fofura! Trevante Rhodes (o Tom) também foi um personagem que gostei muito. Aliás, foi muito interessante a diversidade presente no elenco, com pessoas de todas as idades, cores e pesos. Por fim, preciso mencionar que amei descobrir o motivo do título!
Confira o trailer:
E por hoje é só, fica a minha recomendação para quem quiser assistir o filme. Alguém aí já viu? O que achou? Vale lembrar que atualmente a assinatura mensal da Netflix custa R$19,90, e pode ser paga com cartão de crédito, cartão de débito, cartões pré-pagos e débito em conta (clique aqui para ver todas as opções de pagamento) e o primeiro mês é grátis. Para quem quiser comprar o livro na Amazon, é só clicar:
Até o próximo post!
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Filme "Orgulho e Preconceito" e um papo sobre adaptações literárias [SoSeLit #10]
Olá pessoal, tudo bem? Quem me acompanha no Stories do Instagram talvez tenha visto que aproveitei uma tarde de sábado para finalmente assistir o filme "Orgulho e Preconceito" na Netflix.
No mês passado, resenhei o clássico livro da Jane Austen (clique aqui para ler a resenha), publicado pela primeira vez em 1813. O filme que assisti é o de 2005, com Keira Knightley e Matthew MacFadyen como protagonistas. Caso não saibam, a história se passa na virada para o século 19, na Inglaterra rural. A família Bennet é composta por pai, mãe e cinco filhas. Quando o Sr. Bingley aluga uma residência próxima, a matriarca dos Bennets fica empolgada com a possibilidade de ele se interessar por Jane, sua filha mais velha. Darcy não é simpático como o amigo Bingley, e ele e Elizabeth Bennet protagonizarão um improvável romance.
Falando sobre os pontos positivos do filme, destaco primeiramente a possibilidade de ver detalhes dos cenários e das roupas, nos permitindo entender melhor o contexto da época. Eu, por exemplo, não imaginava que um baile pudesse ser tão barulhento como mostrado no filme. O visual e a trilha sonora são muito agradáveis. Também fica bem visível a diferença de modo de vida entre a família Bennet, mais rural, e a família de Bingley e de Darcy.
Outro grande acerto para mim foram os personagens, todos eles mantiveram as características mais marcantes que tinham no livro (alguns tiveram sua chatice, esnobismo ou frivolidade acentuadas, e tornaram-se mais odiáveis). Gostei especialmente de Elizabeth, seu humor e sua vivacidade são ainda mais fortes no filme. Darcy, no início, parece muito mal-humorado e nem um pouco simpático; no livro foi bem mais fácil perceber o seu interesse por Elizabeth do que no filme (talvez se eu ler "O Diário de Mr. Darcy" da Amanda Grange, consiga entendê-lo melhor)... Isso nos leva ao tema da blogagem coletiva da Sociedade Secreta Literária de outubro: as adaptações de livros para outras mídias.
Nas primeiras cenas do filme, estranhei como tudo parecia acontecer rápido demais, e depois fui percebendo como cenas e personagens foram cortados. Isso não tirou a essência da história e eu entendo que foram modificações necessárias para colocar toda a trama em cerca de duas horas, mas para quem leu o livro, é impossível não notar essas diferenças.
Podemos encontrar livros que foram base para músicas, peças de teatro, novelas, filmes, séries (o contrário também acontece, embora não me pareça tão frequente), e essas adaptações nem sempre agradam a todos. Muita gente prefere sempre o livro ao filme, caso de "Percy Jackson e o Ladrão de Raios" (amei o filme, mas todo mundo diz que o livro é infinitamente melhor, preciso ler a série logo), e para mim também é raro acontecer de eu gostar mais da adaptação do que da história escrita ("Querido John" foi uma exceção, amei o fato de terem feito um final diferente do final do livro).
Me lembro de ter visto Harry Potter e a Pedra Filosofal em 2012, e depois fui ler o livro, e me ajudou muito a imaginar as cenas e a reencontrar o prazer da leitura, foi uma adaptação que gostei bastante. "As vantagens de ser invisível" é meu livro favorito, não é muito longo em número de páginas e o autor Stephen Chbosky foi um dos diretores, e mesmo assim teve cenas cortadas, o que prova a dificuldade de fazer um livro caber em um filme.
Mas nem tudo é questão de duração ou de o autor estar envolvido na produção, como pude comprovar com "Carbono Alterado", livro de ficção científica lançado no ano passado e que eu amei. Foi adaptado para uma série com dez episódios, o que daria tempo suficiente para desenvolver bem a história sem cortar personagens e partes importantes. Fui assistir a série toda empolgada e quebrei a cara. A cada episódio, além de pular as excessivas cenas de luta, eu só pensava "Ei, não tem isso na história não!". Levaram a trama para um lado religioso que não tem nada a ver!
Sei que tem gente que já perdeu as esperanças e quando vê que algum livro será adaptado, não fica nem um pouco empolgado. Já eu confesso que fico sim animada, e gosto de assistir as adaptações, especialmente se eu já tiver lido o livro. Vi há algum tempo uma matéria sobre "Orgulho e Paixão", novela que acompanhei boa parte e que foi inspirada nos livros da Jane Austen, ter aumentado a procura pelos livros da autora. Também conheço pessoas que assistiram os filmes de "Crepúsculo", se interessaram pelos livros e tornaram-se leitores. Há ainda os casos de livros, como "A barraca do beijo", que são publicados no Brasil de olho no sucesso da adaptação.
Enfim, acredito que as adaptações de livros para outras plataformas, possam ser benéficas e ajudar a aumentar o interesse pela leitura (o que não é visto não é lembrado, certo?!). Nem sempre a adaptação vai ser compatível com nossa imaginação, mas devemos lembrar que são adaptações e que nossa imaginação sempre será mais poderosa. E por hoje é isso, me contem: já viram o filme "Orgulho e Preconceito"? Gostam de assistir séries e filmes adaptados de livros?
♥ Conheça os demais participantes da SoSeLit: Eu Insisto, My Dear Library, La Oliphant, Um Metro e Meio de Livros, Livro Lab, Yara Guez, Barda Literária, Coleções Literárias, Diário de uma leitora compulsiva.
♥ Veja os posts dos meses anteriores: Meu gosto literário mudou com o blog?, Preconceito Literário, Problemas com editoras, O preço dos livros no Brasil, A delicada relação entre autores nacionais e blogueiros literários , Ainda vale a pena ter um blog literário?.
Mas nem tudo é questão de duração ou de o autor estar envolvido na produção, como pude comprovar com "Carbono Alterado", livro de ficção científica lançado no ano passado e que eu amei. Foi adaptado para uma série com dez episódios, o que daria tempo suficiente para desenvolver bem a história sem cortar personagens e partes importantes. Fui assistir a série toda empolgada e quebrei a cara. A cada episódio, além de pular as excessivas cenas de luta, eu só pensava "Ei, não tem isso na história não!". Levaram a trama para um lado religioso que não tem nada a ver!
Sei que tem gente que já perdeu as esperanças e quando vê que algum livro será adaptado, não fica nem um pouco empolgado. Já eu confesso que fico sim animada, e gosto de assistir as adaptações, especialmente se eu já tiver lido o livro. Vi há algum tempo uma matéria sobre "Orgulho e Paixão", novela que acompanhei boa parte e que foi inspirada nos livros da Jane Austen, ter aumentado a procura pelos livros da autora. Também conheço pessoas que assistiram os filmes de "Crepúsculo", se interessaram pelos livros e tornaram-se leitores. Há ainda os casos de livros, como "A barraca do beijo", que são publicados no Brasil de olho no sucesso da adaptação.
Enfim, acredito que as adaptações de livros para outras plataformas, possam ser benéficas e ajudar a aumentar o interesse pela leitura (o que não é visto não é lembrado, certo?!). Nem sempre a adaptação vai ser compatível com nossa imaginação, mas devemos lembrar que são adaptações e que nossa imaginação sempre será mais poderosa. E por hoje é isso, me contem: já viram o filme "Orgulho e Preconceito"? Gostam de assistir séries e filmes adaptados de livros?
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Filme: Eu Não Sou Um Homem Fácil
Olá pessoal, tudo bem? O post hoje é sobre um filme que eu queria muito assistir, e finalmente vi na semana passada: "Eu Não Sou Um Homem Fácil" (Je ne suis pas un homme facile), lançado em 2018 na Netflix.
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| Essa gatinha de pelúcia é uma homenagem ao gato do Damien |
O filme francês conta a história de Damien (Vincent Elbaz), que vai num evento de Christophe, amigo escritor, e fica dando em cima de todas as mulheres presentes, inclusive de uma moça que trabalha com Christophe. Damien é um babaca machista.
Acontece que, enquanto está caminhando com Christophe, ele bate a cabeça numa placa e fica desacordado. Quando recobra os sentidos, se vê numa realidade totalmente diferente. Nessa nova realidade, é Christophe que trabalha como assistente de uma escritora famosa, e como ele vai sair de licença paternidade já que a esposa vai ter um bebê (e são os homens que ficam em casa cuidando das crianças, pois as mulheres historicamente são o sexo forte capaz de dar à luz e garantir o sustento enquanto os homens são mais frágeis) e Damien acaba de ser demitido pela chefe, Damien vai trabalhar para essa escritora.
Ela está acostumada a iludir os homens, e Damien compreende bem o jeito de sua nova chefe agir, já que ele era igualzinho e talvez por isso não vá se submeter tanto. Enquanto acompanhamos o embate entre esses dois num possível relacionamento, também vemos Damien nesse mundo onde tudo é tão diferente.
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| Fonte |
"Eu Não Sou Um Homem Fácil" é classificado como uma comédia, e tem sim bastante humor, mas também é um filme que faz a gente rir de nervoso! Nervoso por ver tantas situações de desrespeito baseado na desigualdade de gêneros. O diferencial é que a gente vê os homens sendo as vítimas dessas situações que tantas mulheres vivenciam a vida toda.
Damien se depara com uma sociedade onde as mulheres podem vestir roupas sóbrias (ou até mesmo ficar sem camisa, afinal, se os seios fossem vistos como o peitoral masculino é, precisaríamos mesmo cobri-los?), enquanto os homens precisavam usar roupas coloridas, justas, com estampas sexualizadas, mostrando partes do corpo para a apreciação feminina. Uma sociedade onde os homens precisam se depilar, usar cosméticos, se preocupar com o cabelo, coisas que as mulheres não precisam fazer. Por todo lado, há publicidade oferecendo algo para tornar os homens mais atraentes para as mulheres, para que eles pareçam mais jovens. E a gente sabe que na sociedade onde vivemos, todas essas pressões são colocadas sobre as mulheres.
Ao contrário do que alguns possam imaginar, não é prazeroso ver um mundo onde as mulheres é que são consideradas superiores e os homens são o sexo frágil, assim como a realidade em que vivemos também não é agradável. O filme mostra que o melhor caminho é o do meio, onde homens e mulheres são tratados igualmente como seres humanos, com desejos e sonhos, sem estarem aprisionados em expectativas e esteriótipos.
Esse filme também mostra que o errado sempre será errado, que a falta de caráter é problema de quem a tem, independente do gênero. Da mesma forma que uma mulher não merece ser abusada num bar por estar bêbada, nessa outra realidade onde elas é que são mais fortes, Damien não merecia ser assediado e abusado estando alcoolizado. A desculpa de que traiu por causa dos hormônios é uma desculpa esfarrapada. Pressionar alguém para se casar por causa da sua idade é ser chato. Fazer sexo só para agradar o outro é uma agressão contra si próprio. A criação dos filhos é responsabilidade de ambos os genitores. Cantadas na rua não são legais. Considerar um ser humano menos capaz pelo seu gênero não é legal.
Enfim, "Eu Não Sou Um Homem Fácil" foi um filme que eu gostei muito, e que eu adoraria que todo mundo assistisse para refletir sobre situações que a gente vê e vivencia o tempo todo e sobre assuntos como feminismo e machismo (lembrando que um não é o contrário do outro). Podemos pensar sobre se fazemos algo por realmente queremos e gostarmos ou por ser o que a sociedade diz que devemos fazer, especialmente com nossos corpos. Acho que cada pessoa vai ser tocado pela história de uma maneira, vai se identificar com alguma parte em especial. Além de tudo, ainda temos uma trilha sonora maravilhosa, ótimas atuações e cenários.
Para quem ainda não é assinante da Netflix, é possível testar gratuitamente por um mês, a assinatura mais barata custa R$19,90 e dá pra assistir os filmes e as séries no computador, Smart TV, celular ou tablet, é só acessar: https://www.netflix.com/br/.
Por hoje é só, espero que tenham gostado do post. Já viram ou querem ver esse filme?
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Resenha: filme "O Novo Pesadelo - O retorno de Freddy Krueger"
Olá pessoal, tudo bem? Hoje trago mais uma resenha de filme e, assim como a última, também sobre um filme de terror: "O Novo Pesadelo - O retorno de Freddy Krueger" de 1994.
A história é sobre Heather Langenkamp, uma atriz, mãe do pequeno Dylan Porter, e casada com Chase Porter. Anos atrás, Heather interpretou a personagem Nancy numa franquia de filmes cujo vilão era o horripilante Freddy Krueger. Agora, seu filho está tendo pesadelos onde Freddy Krueger quer pegá-lo. Além disso, Heather está recebendo estranhas ligações e mensagens que parecem estar vindo de Freddy Krueger. O roteirista dos filmes que Heather participou está escrevendo um novo filme para a franquia, só que as coisas que acontecem no roteiro parecem estar acontecendo também na vida real. Será que a Heather conseguirá se salvar e salvar seu filho de Freddy Krueger?
Apesar da existência de vários filmes do Freddy Krueger, esse foi o primeiro dele que assisti. Até então, só sabia que ele era "do mal" e que tinha garras horríveis. O filme estava passando na TV numa tarde de sábado e decidi ver. O que lhes digo é que ele foi aterrorizante, daqueles de se encolher no sofá. Algumas cenas foram assustadoras. A tensão ia ao máximo, inclusive quando o pequeno Dylan resolvia cantar a musiquinha pavorosa: "Um, dois, Freedy vai te pegar. Três, quatro, é melhor se trancar. Cinco, seis, pegue o crucifixo. Sete, oito, fique acordada!"
Achei muito interessante a mistura de ralidade e ficção da obra. A Heather Langenkamp é uma atriz de verdade, que interpretou a Nancy nos filmes, assim como alguns outros autores que interpretam eles mesmos na obra. Gostei do enredo. Durante muito tempo me perguntei se o Dylan estava tendo aqueles pesadelos por ter sido influenciado ao assistir os filmes da mãe, que não eram adequados para a idade dele, e seu comportamento poderia ser resultado das noites mal dormidas. A Heather também poderia estar sendo vítima de toda a pressão que estava vivendo nos últimos tempos, com a perda do marido, a preocupação com o filho, os pequenos terremotos que estavam acontecendo na cidade, além de um histórico familiar de problemas mentais e das ligações e mensagens estranhas.
Tudo poderia ter uma explicação lógica, ou não. E em certo ponto fica bem claro que algumas coisas não podem ser explicadas sem o uso do sobrenatural. Chega uma hora que a Heather vai ter que agir como a Nancy, sua personagem, e enfrentar o Freddy Krueger. Confesso que achei essas partes meio trashs, destoando um pouco da boa fotografia de até então, mas estamos falando de uma produção dos anos noventa, onde os efeitos especiais não eram como os de hoje em dia.
O filme só não ganhou uma nota máxima na minha avaliação por achar que poderíamos ter algumas cenas a mais no desfecho, para saber como algumas coisas seriam explicadas. Fica a recomendação para quem quiser ficar com medo, haha (pelos comentários que li, esse é um dos melhores filmes da franquia). Me contem: já conheciam o Freddy Krueger? Ah, para quem não sabe, o ator que interpreta o Dylan (Miko Hughes) é o mesmo do meme ao lado.
Até o próximo post!
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Resenha: filme "A Maldição de Chucky"
Olá pessoal, tudo bem? Hoje venho trazer mais uma resenha de filme. Aproveitando que estamos no mês do Dia das Bruxas, venho falar sobre "A Maldição de Chucky" (título original: "Curse of Chucky", ano: 2013) que eu vi dias desses na TV. Filmes de terror não são meus favoritos, mas como passei pelo canal e vi que ele estava começando, decidi assistir.
Barb, a irmã mais velha da Nica, vem com o marido, a babá e a filha para ajudar nos procedimentos do enterro. Só que a pequena Alice, filha do casal, está com um estranho boneco de cabelos vermelhos chamado Chucky. O boneco chegou pelo correio, sem remetente.
Curiosa, Nica acaba descobrindo que o boneco veio de uma espécie de depósito de provas de crimes. Quando começa a pesquisar mais sobre ele, descobre que o boneco pode ser mais perigoso do que parece. Só que aí já pode ser tarde demais para todas as pessoas que estão naquela casa, numa noite de tempestade.
O filme é bem ágil, em toda cena acontece alguma coisa. É também um filme bem sangrento, não poupando detalhes na hora das mortes. Dá alguns sustos no público, pois pode ser que o personagem consiga escapar de Chucky, pode ser que não.
Obviamente, eu já havia ouvido falar no tal boneco assassino Chucky, mas foi a primeira vez que vi um filme com ele. É o sexto filme com o boneco. A explicação por traz da ida de Chucky para a casa de Nica é bem chocante, causada por uma mente perturbada. A Nica foi a personagem que mais gostei, gostei da forma como ela luta até o último instante, o fato de estar numa cadeira de rodas não tira dela a vontade de viver.
Dizer que eu gostei do filme seria exagero, pois o final não ficou totalmente claro para mim, e eu odeio com todas as minhas forças o perturbado do Chucky. No quesito filmes de terror, "Invocação do Mal", também de 2013, e que conta com Ed e Lorraine Warren tentando livrar uma família de uma possessão continua sendo o meu favorito. Fica a sugestão para quem procura um filme de terror para o mês do Halloween.
Resenha: filme "Jane Eyre"
Olá pessoal, tudo bem? Fazia um tempinho que eu não falava de filmes com vocês, né? Mas na resenha de hoje venho comentar sobre o filme Jane Eyre (que é baseado em um romance escrito pela britânica Charlotte Brontë publicado em 1847).
A protagonista Jane Eyre (interpretada por Mia Wasikowska) ficou órfã e foi morar com a tia, que não gostava da menina e mandou-a para um colégio interno onde a garota era vítima de castigos e humilhações, que refletiram em seu jeito de ser, tornando-a um pouco mais imune ao desprezo dos que se achavam superiores. Aos dezenove anos, a jovem saiu do colégio e foi trabalhar numa casa que mais parecia um castelo, Thornfield Hall, onde seria uma tutora, uma professora de uma menininha francesa.
Seu patrão, o Sr. Rochester (interpretado por Michael Fassbender), que criava a menina, era um homem meio libertino que passava pouco tempo na casa. Porém, conforme Jane e o Sr. Rochester foram se aproximando, um sentimento surgiu entre eles, mas um relacionamento entre os dois seria difícil, visto que havia uma diferença de posições sociais. Além disso, o Sr. Rochester guardava um segredo em Thornfield Hall que poderia tornar definitivamente impossível o amor entre os dois.
Eu já havia visto e gostado das partes finais do filme que encontrei por acaso, certo dia, enquanto zapeava pelos canais de TV. Aí, uma noite dessas, tive a oportunidade de vê-lo desde o início e não desperdicei, mesmo já sabendo como terminaria. Fui dormir uma hora da manhã, mas valeu a pena, tanto que vim aqui falar sobre o filme com vocês.
A produção tem um ar sombrio. A Mia Wasikowska, que para mim ficou marcada como a Alice de Alice no País das Maravilhas (fiquei chocada ao ver como a maquiagem, o figurino e o penteado deixam ela quase irreconhecível!), faz uma Jane que já sofreu muito na vida, mas que tem princípios sólidos, ainda que seja uma jovem cheia de sonhos e vontade de viver e ver o mundo. Não sou muito fã do Michael Fassbender por algumas atitudes não muito louváveis dele, mas o personagem do Sr. Rochester ficou bom. É possível ver sua mudança de comportamento ao longo do filme. Mas, sinceramente, como ele achou que ia conseguir esconder aquele segredo de todos?!
Eu ainda não li o livro da Charlotte Brontë, mas quero ler, pois acredito que nele a história seja mais aprofundada, afinal, é difícil condensar todas as mudanças que ocorrem na vida de Jane e o tempo que ela passou em Thornfield Hall em duas horas. Por exemplo, há uma cena em que é mencionado que já se passou um ano que ela está trabalhando, mas eu nem imaginava que já havia passado tudo isso.
Se você ainda não viu o filme, lançado em 2011, veja, e se surpreenda com os segredos e reviravoltas que acontecem na vida dos personagens de Jane Eyre assim como eu me surpreendi e espero me surpreender ao ler o livro.
Até o próximo post!
Resenha: filme "Mad Max: Estrada da Fúria" (2015)
Olá pessoal, tudo bem com vocês? FINALMENTE assisti o filme "Mas Max: Estada da Fúria"! Na época do lançamento dele, só se falava em Mad Max, e eu fui ficando cada vez mais curiosa para ver, e esses dias ele estava passando na TV e eu resolvi ver, e foi tão "UAU!" que eu tinha que escrever sobre o filme aqui.
E ESSE OLHAR DA FURIOSA!!!
A história se passa numa outra época, talvez num futuro distópico, onde Furiosa, a personagem de Charlize Theron está em fuga numa máquina de guerra, para tentar libertar um grupo de garotas de Immortan Joe. Furiosa quer levá-las para um lugar melhor. Porém, Immortan Joe não está disposto a libertá-las e parte numa caçada atrás dela. Enquanto isso, Max (Tom Hardy) foi capturado e usado como "bolsa de sangue", e está tentando escapar. Ele acaba se juntado à Furiosa na fuga e no combate contra Immortan Joe.
O Nicholas Hunt de "Meu namorado é um zumbi" (já resenhado no blog) também está no elenco.
É um filme de ação, no deserto. Então, aguardem por muitos combates, com muita areia e armas estranhíssimas. Eu estava vendo o filme deitada no sofá, mas teve uma hora que eu tive que me sentar para poder ver melhor, pois estava ficando meio tonta com tanta ação! Confesso que perdi os primeiros minutos do filme, e que não sabia que havia outros três "Mad Max" lançados décadas antes dele, o que talvez me ajudasse a entender melhor a história, mas no final acaba não fazendo diferença, pois o mais bacana de "Mad Max: Estrada da Fúria" é conhecer os personagens!
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| Immortan Joe |
Uma das coisas que me fez querer ver o filme, mesmo achando a história esquisita pelos trailers que tinha visto, era o fato de todo mundo dizer que era um filme que mostrava a força das mulheres. E foi por isso que eu assisti, e é por isso que eu recomendo o filme, por mostrar como as mulheres podem ser fortes, inteligentes e poderosas, como podem cuidar uma das outras e lutar, mesmo quando parecem frágeis. Que muitas mulheres possam se inspirar em todas as personagens femininas de "Mad Max: Estrada da Fúria"! E que parem de acreditar que são fracas ou incapazes, ou que tem que seguir um padrão de beleza imposto para serem respeitadas ou admiradas. Foi legal ver como o fato de as mulheres serem poderosas não impedia elas de trabalharem em equipe com os personagens do sexo masculino, sem que obrigatoriamente houvesse um romance.
Fica a minha super recomendação para que vejam "Mad Max: Estrada da Fúria", mesmo que não gostem de ação, vale a pena conferir personagens tão interessantes e tão bem interpretados e convincentes num cenário de encher os olhos (não que o deserto seja bonito, mas o filme tem uma fotografia muito boa). Vocês precisam conhecer a Furiosa!!!
Agora, alguém me explica que loucura era aquela daquele cara tocando guitarra no meio dos combates???
Por hoje é só, espero que tenham gostado do post. Me contem: já viram o filme? Querem ver? Eu acho que tem ele no YouTube, não tenho certeza.
Até o próximo post!
Filme "O Grande Gatsby"
Olá pessoal, tudo bom? No post de hoje, venho comentar sobre um filme que assisti recentemente: "O Grande Gatsby", adaptação cinematográfica do livro de mesmo nome, escrito pelo estadunidense F. Scott Fitzgerald. Me interessei em ver o filme por ter lido o livro "Incrível", da Sara Benincasa, que é uma releitura realmente incrível do livro, e eu queria muito ver como era a história em que a Sara havia se baseado para criar sua obra que, para mim, foi muito intensa.
A trama se passa nos anos vinte, nos Estados Unidos. Nick Carraway (Tobey Maguire, que também já interpretou o Homem Aranha) meio que é o narrador da história. Ele vira vizinho de Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio), um cara que mora há pouco tempo na enorme casa ao lado, e vive dando festas gigantescas e ostentando muito, como se fosse o milionário do século!
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| Ano: 2013 (há outras adaptações), Duração: 2h 22min, gêneros: drama, romance |
Logo Nick descobre que Gatsby tem interesse em Daisy (Carey Mulligan), prima de Nick, porém Daisy é casada, mas parece que houve algo entre Gatsby e ela no passado, e Gatsby pede a Nick que o ajude a se reencontrar com ela. Como Nick sente que há algo importante nessa história, decide ajudar o novo amigo. O fato é que Nick será testemunha de um amor não correspondido, de tragédias e de muitos enganos.
Inicialmente, ver o Homem Aranha e o Jack de Titanic sendo amigos foi meio estanho para mim, mas logo eu já estava totalmente envolvida pela história. Talvez pelo fato de o visual do filme ser realmente encantador, os cenários eram lindos, assim como os figurinos e a trilha sonora, é um filme que já te encanta pelos olhos.
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| Nick, Gatsby, Daisy e o marido. AdoroCinema |
Foi interessante assistir mais ou menos já sabendo o que ia acontecer (por já ter lido a releitura "Incrível") e ver como muitas das nuances dos personagens da Sara estavam ali no filme. O livro "Incrível" não é propriamente um romance, mas a Jacinta (personagem da Sara) tem a mesma vitalidade do Gatsby e a mesma fé cega, a mesma esperança.
Fiquei realmente tocada ao ver como o Gatsby amava e acreditava na Daisy, como ele esperou por ela até o último segundo, como ele achava que poderia recuperar o tempo perdido, mas o tempo, meu velho, não volta! A cena em que ele ficou ansioso na casa do Nick pela primeira visita dela e por tudo o que ele preparou para essa visita foi uma das melhores. Como seria se o amor da sua vida se casasse com outra pessoa? Esse foi um dos questionamentos que o filme me trouxe.
Preciso comentar sobre o final, onde fica bem claro como o Nick conheceu o Gatsby como ninguém mais conheceu. O Gatsby podia ter dito algumas mentiras sim, mas era muito melhor do que toda aquela sociedade que só o rodeava por causa do dinheiro e do luxo que ele podia oferecer. Pelo menos Gatsby acreditou que nada do que ele havia feito tinha sido em vão, graças ao Nick. E foi interessante também ver como o marido da Daisy conseguiu armar todo um esquema para se sair bem na situação toda.
Finalizo comentando como foi acertada a ideia de juntar as cenas, com o Nick narrando e com as coisas que ele estava escrevendo.
Após ver o filme, fui correndo ver se encontrava alguém trocando o livro no Skoob, consegui fazer a troca e agora é só esperar o livro chegar para ler e resenhar para vocês. Fica aqui a minha recomendação para que vejam o filme.
Me contem: já conheciam ou já assistiram a adaptação cinematográfica, ou já leram o livro "O Grande Gatsby" ou sua releitura "Incrível"?
Me contem: já conheciam ou já assistiram a adaptação cinematográfica, ou já leram o livro "O Grande Gatsby" ou sua releitura "Incrível"?
Até o próximo post!
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