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sábado, 25 de março de 2017

Resenha: conto "Eleonora" e poema "Annabel Lee", Edgar Allan Poe #12mesesdepoe


 Olá pessoal, tudo bem com vocês? No post de hoje venho comentar sobre os textos lidos em março no desafio literário 12 meses de Poe. O conto do mês era "Eleonora", que como acontece com muitas obras do autor, traz um narrador sem nome.
eleonor, edgar-allan-poe, conto
Ilustração de Byam Shaw

 Esse narrador morava com a tia e a prima Eleonora num vale de difícil acesso, um lugar isolado e silencioso onde nem o rio fazia muito barulho. Ele cresceu ao lado de Eleonora, e quando ela tinha por volta de 15 anos, se apaixonaram. Foi como se todo o vale ganhasse uma vida nova e exuberante. Mas eis que veio a morte, e a jovem Eleonora pediu que o narrador lhe fosse fiel para sempre, ela temia que ele esquecesse o amor dos dois. Conseguiria o narrador viver com o peso dessa promessa para todo o sempre?

 Apesar de características já vistas em outros contos do autor, como partes bem descritivas e alguns parágrafos que parecem não acrescentar muito, esse conto surpreende ao não ter um desfecho trágico ou assustador como tantos outros. Nele, é como se o cenário fosse também um personagem, mudando conforme a história vai se desenrolando. Eu, particularmente, não gostei muito da personagem Eleonora e sua obsessão pelo narrador, não querendo deixá-lo em paz nem depois da morte, mas isso é até compreensível se levarmos em conta que ela era muito jovem e vivia praticamente isolada naquele vale e não convivia com muitas pessoas.

 Fica a sugestão para quem quer conhecer a escrita do autor em um conto curto, com cerca de 4 páginas, mas acredito que não seja a história mais cativante dele.

 "Os que sonham de dia são conhecedores de muitas coisas que escapam aos que apenas sonham de noite."

 Em março, lemos o poema "Annabel Lee", onde um narrador tem um amor tão grande por uma donzela chamada Annabel Lee, que até os anjos invejariam esse amor. E essa inveja faria com que os anjos tentassem acabar com esse amor, mas nem a morte seria capaz de fazer com que o narrador se separasse de sua amada, pois noite após noite, ele se deitaria ao lado de seu túmulo no reino junto ao mar onde moravam. Sinistro, não?!

 E foi isso o que lemos em março. Me contem: já leram alguma dessas história do Edgar Allan Poe?

2 comentários:

  1. Adorei conhecer um pouco mais dele. Ouço muitas pessoas falarem de seu trabalho, e muitos livros sendo lançados. Quero ler em breve :)

    www.vivendosentimentos.com.br

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    Respostas
    1. Oi Monique, espero que possa ler algumas obras do autor e que goste, obrigada pela visita e comentário.

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